Ontem à noite, surgiu um burburinho forte de que o América teria utilizado (no banco, não entrando em campo) um jogador irregular por ter 20 anos de idade e ainda ser amador, sem contrato profissional.
Haveria um desencontro entre o regulamento geral da CBF e o regulamento específico do torneio atual da FNF.
A situação teria se repetido em 3 partidas das 4 rodadas do estadual, o que resultaria em 18 pontos.
Há muitos anos eu falo que não abordo mais assuntos relacionados à tal "justiça desportiva", que nada tem a ver com a justiça de verdade, vez que não costuma seguir ritos processuais caros ao Direito e, por outro lado, costuma dar seus vereditos de olhinhos bem abertos para quem ocupa a posição de réu perante ela.
A única coisa que não posso deixar de falar sobre o assunto é que é inacreditável que uma administração tida como profissional, que saiu de presidente para a sigla chique em inglês CEO, cheia de pompa e circunstância para a linha de coaches das redes sociais tão em voga no Brasil, seja capaz de cometer um amadorismo ridículo em algo tão simples quanto saber que jogador pode ou não ir para o banco em partida de determinado torneio.
Prefiro acreditar que alguém meteu os pés pelas mãos na hora de começar o burburinho, seja por desconhecimento, seja por má-fé, independente de qual punição possa advir disso, se é que alguma punição sobrará.
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