sexta-feira, 15 de maio de 2015

Série B 2015: Sampaio Corrêa x Macaé às 19h30

Local: Estádio Castelão

Sampaio Corrêa (4-4-2): Ruan, Gil Mineiro, Edvânio, Luís Otávio, Bruno Moura; Diones, Moisés Ribeiro, Rogério, Válber; Pimentinha, Robert. Técnico: Léo Condé.

Macaé (4-3-3): Ricardo Berna, Henrique, Filipe Machado, Brinner, Diogo Corrêa; Gedeil, Juninho, Aloísio; Fernando Santos, Pipico, Anselmo. Técnico: Marcelo Cabo.

Árbitro: Léo Simão Holanda (CE)
Assistentes: Renan Aguiar da Costa (CE) e Samuel Oliveira Costa (CE)

Destaques do Sampaio
Gil Mineiro - boa opção ofensiva.
Robert - atacante que não perdoa.

Destaques do Macaé
Ricardo Berna - experiente.
Brinner - bom na marcação.

Prognóstico: o Sampaio (1.º) mostrou a combinação certa de defesa e velocidade. O Macaé (1.º) também quer explorar os contra-ataques. Vitória do Sampaio.

Série B 2015: Bahia x Mogi Mirim às 19h30

Local: Estádio Pituaçu

Bahia (4-3-3): Jean, Tony, Robson, Titi, Patric; Bruno Paulista, Wilson Pittoni, Tiago Real; Zé Roberto, Maxi Biancucchi, Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Soares.

Mogi Mirim (4-4-2): Daniel, Edson Ratinho, Fábio Sanches, Wagner, Leonardo; Léo Bartholo, Magal, Everton Heleno, Gustavo Costa; Geovane, Magrão. Técnico: Edinho.

Árbitro: Rogério Lima da Rocha (SE)
Assistentes: Daniel Vidal Pimentel (SE) e Rodrigo Guimarães Pereira (SE)

Destaques do Bahia 
Tiago Real - bom na movimentação.
Zé Roberto - bom na finalização.

Destaques do Mogi
Edson Ratinho - boa opção ofensiva.
Geovane - bom na movimentação e nos chutes de fora da área.

Prognóstico: o Bahia (10.º) estreia em casa sem torcida no estádio. O Mogi Mirim (12.º) tenta recuperar os pontos perdidos na 1.ª rodada. Vitória do Bahia.

Esporte Interativo e Mecão

Esta vem da página do Esporte Interativo no Facebook. Foi assim que o canal anunciou a aquisição dos direitos da Série C:

"Juntos no Potiguarzão, na Copa do Nordeste e agora no Brasileirão! É com muito orgulho que o Esporte Interativo anuncia os direitos EXCLUSIVOS de TV paga e EI Plus da Série C 2015! Pode comemorar, torcedor do Dragão, pois vamos estar juntos o ano inteiro, amigo! Esporte Interativo e Nordeste, juntos de janeiro a janeiro."


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Marcelinho na ansiedade de voltar

Quando vivia sua melhor fase com a camisa do América, o lateral direito Marcelinho sofreu grave lesão e precisou se submeter a uma cirurgia. 

Com volta prevista para julho (mais ou menos 45 dias), Marcelinho revelou que está ansioso para jogar novamente, conforme o site oficial do América publicou: "estou me sentindo muito bem, mas sei que é um trabalho gradativo e que não posso ultrapassar barreiras. Lógico que, por mim, voltaria a jogar amanhã mesmo, mas tenho que ter paciência e seguir fortalecendo o meu corpo e minha mente. O pessoal da fisioterapia tem sido muito atencioso e seguido à risca todo o tratamento. Não vejo a hora de voltar pra campo e fazer o que sei de melhor, que é jogar futebol."

Em forma, Marcelinho é ótima opção pela direita, especialmente considerando as atuais condições financeiras. Aliás, falando nisso, o América, que não deve mesmo renovar com Daniel Costa, dispensou o zagueiro Dener e promoveu dois jogadores da base: o volante Willames (19 anos) e lateral direito Kelvin (16 anos). Segundo o Vermelho de Paixão, mais um garoto será promovido - o zagueiro colombiano também chamado Kelvin.

O contrato de Max é mais um que se encerra daqui a duas semanas e ainda não há qualquer notícia sobre renovação - dificultada sobremaneira pelo distanciamento da torcida.

Improvisar virou regra

Sem dinheiro e sem perspectivas de entrada de recursos suficientes, o América transformou a improvisação em regra. Sem o lateral Diogo, que era desfalque na Copa do Brasil por já ter atuado pelo Confiança na competição e agora contundido, e sem um lateral esquerdo de ofício, já que Arthur Henrique andou meio que pelo mundo da lua neste ano, Roberto Fernandea tem investido em volantes e meias para as duas funções.

Só que isso é aquela história do cobertor curto: cobre a cabeça, mas deixa os pés de fora. 

Enquanto a maior parte da torcida anda alheia aos destinos do clube, resta aos que já se associaram e aos que compram ingresso muita reza para ninguém mais se contundir para que a caminhada de volta à Série B não seja mais difícil do que já é.

Até lá, vamos todos tirando leite de pedra neste ano do centenário.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

América deve perder mais jogadores

Praticamente encaminhada a saída do meia Daniel Costa do América. A torcida não atendeu em massa ao apelo da diretoria e o jogo América 4x2 Atlético-GO registrou um público total de menos de 4 mil espectadores (menos de 3 mil pagaram ingresso). Além disso, gente forte da diretoria não quer mais o jogador no elenco por entender que seu talento não compensa um tal falta de vontade de jogar sem a bola.

Não bastasse a saída do grande jogador americano do 1.° semestre, o técnico Roberto Fernandes deixou clara a preocupação com a iminente saída de outros jogadores, apesar da patente carência de dois laterais do elenco americano.

"A dificuldade é maior; isso é uma carência nossa. Às vezes você faz uma campanha, às vezes você expõe determinados assuntos internos para tentar fazer um movimento. E tem hora que você expõe dentro da realidade. Então hoje a realidade do América é o seguinte: ou nós vamos aumentar o número de sócios torcedores ou o risco [que] a gente tem é de perder mais jogadores. Há necessidade da contratação de um lateral esquerdo. Todo mundo sabe disso. [Há] a própria necessidade da contratação de um lateral direito. Mas não há recurso para isso."

Ontem, o clube lançou campanha na ousada tentativa de chegar a 5 mil sócios ainda no mês de maio para evitar novos cortes no elenco. Mas há pessoas que só cogitam se associar se, além de adesão e mensalidade  gratuitas, o clube também proporcionar traslado casa/arena/casa e alimentação e bebida durante os jogos. Tudo de graça. Do contrário, seguem suas vidas como torcedores de TV de Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco... Ah, e reclamões do América nas redes sociais!

terça-feira, 12 de maio de 2015

Eu me lembrei de 2006

Foi um jogaço América 4x2 Atlético-GO! O América de Bob fez um primeiro tempo arrasador. Nocauteou o adversário com apenas 27 minutos de partida. Poderia ter feito uns 5x0. Fez 3x0.

No segundo tempo, o Atlético-GO se aproveitou de um leve "já ganhou" do time americano e engrossou a partida. Fez 2 e levou mais 1. Acabou 4x2.

Mas eu quero mesmo é falar do que vi e senti. Vi uma jogada lindíssima entre Adriano Pardal e Thiago Potiguar no 3.° gol. Lindíssima! Lembrei de como era bom ver aquele time de 2006 jogar no Machadão. Senti aquela mesma energia vinda da torcida, que de repente começou a preencher todos os espaços do Machadão naquela temporada. 

Os americanos que foram à Arena das Dunas para ver América 4x2 Atlético-GO saíram de casa com um único objetivo: empurrar o América durante 90 minutos. E como é bonito ver uma torcida assim determinada!

Independente de qualquer coisa que aconteça no jogo da volta, o que se viu nesta terça na Arena das Dunas pode ser o início de algo muito bom. 

Que venha a Série C!

Com 10.000, Daniel Costa pode ficar

Em mais uma super entrevista da Rádio Vermelho de Paixão, o dirigente americano Paulinho Freire revelou que a diretoria do América aguarda uma resposta da torcida para manter e até reforçar o elenco para a disputa da Série C.

Perguntado sobre a situação do meia Daniel Costa, Paulinho elogiou o jogador inclusive quanto ao seu comportamento fora do campo e disse que a presença de 10.000 torcedores no jogo contra o Atlético-GO podem fazer a diretoria apostar na permanência do jogador.

Se não houver essa resposta da torcida e nem mesmo o aumento esperado de sócios, o América deverá dispensar mais jogadores para ajuste financeiro.

Chegou a hora, minha gente! #PraCimaMecão

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Martelando o adversário

Jogo duríssimo a Copa do Brasil reservou para o América. Na Arena das Dunas, o sempre à vontade por aqui Atlético-GO, novamente comandado pelo calmíssimo Marcelo Martelotte, vem cheio de gás para eliminar logo a partida de volta do confronto.

É uma disputa até desleal ante o desequilíbrio entre as Séries B e C, mas o América é chegado a essas coisas, tanto que neste ano sagrou-se bicampeão estadual numa situação parecida.

O que resta à torcida? Deixar de lero-lero, comparecer em massa para prestigiar a entrega das faixas do título centenário, e, durante os 90 minutos da partida, apoiar o time e martelar o adversário com vaias. Só assim o América de Bob pode tentar equilibrar as coisas dentro de campo.

Quem estiver em dúvida se apoia ou não fique em casa assistindo às novelas. 

Cabe o lembrete de que o dinheiro da Copa do Brasil pode ser fundamental para a volta do Mecão à Série B. Então, torcida americana, hora de empurrar essa equipe como um verdadeiro coração a bombear sangue a todo o corpo. #PraCimaMecão

domingo, 10 de maio de 2015

Boaventura: "Nunca se pode montar uma festa antes do jogo"

A Tribuna do Norte trouxe neste domingo uma entrevista interessante com o zagueiro campeão do centenário Flávio Boaventura. Vejamos alguns trechos:

Você chegou a sonhar com uma final de campeonato tão perfeita?
Na verdade, a gente sonha apenas coisas boas, mas marcar o gol que garantiu o título do centenário não chegou a passar pela minha cabeça. O que eu imaginava era chegar no América e inverter toda aquela situação que vinha gerando protestos da torcida. Fui mostrando nos jogos, quando procurava dar o máximo de empenho, que estava com vontade de acertar e, no final, o gol do centenário talvez tenha vindo como prêmio por todo esse esforço.

Além de sair como herói, você foi eleito por unanimidade o melhor zagueiro do campeonato. Isso estava no seu projeto?
Na verdade, estar entre os melhores do campeonato foi uma meta que tracei quando cheguei. Joguei aqui 2012 e 2013 pelo ABC [e] não consegui esse objetivo pois eu era muito imaturo ainda e acabei sendo muito expulso. Realmente eu sonhava em fazer parte da seleção do campeonato, mas não da forma que fui eleito. Pela minha situação, isso era complicado, uma vez que parte da torcida vinha me repudiando.

Você chegou dentro de um grupo praticamente formado, com dois bons zagueiros. Isso não te fez pensar duas vezes antes de aceitar a proposta?
Quando fui convidado para vir para o América, a diretoria me passou que iria reformular o time, mas Edson Rocha e Cléber iriam ficar. Cheguei muito desconfiado, até porque tinha jogado dois anos pelo ABC e conhecia a qualidade deles. (...) eu já havia jogado com Edson Rocha em 2011 e ele se dava muito bem com Cléber. Nós fomos nos entrosando e o ambiente hoje é muito bom. Como formamos dupla de zaga nos jogos da final, eu e o Clebão conversamos bastante e nos entrosamos ainda mais.

(...)
Essa conquista em cima do ABC teve um gosto especial para o Boaventura?
Teve um sabor muito especial para mim. Até porque eu joguei no clube por dois anos, fui vice-campeão em 2012, e eles pensaram que o time deles era realmente o favorito, uma espécie de Barcelona do Nordeste e que jamais seria batido. Tinham ganho um jogo da gente, empatado o outro... Havia o noticiário de que o ABC já tinha inclusive preparado a festa da conquista e isso tudo pesou na hora da decisão. O clássico é jogado. Quando fomos para dentro de campo, nós, jogadores americanos, sabíamos que só quem poderia inverter aquela situação era o grupo mesmo, com trabalho, empenho e esforço. Quando fiz o gol, algum tempo mais tarde eu fui refletir: Deus é fiel e fez, mais uma vez, a soberba perecer diante do trabalho e do sacrifício, pois nós trabalhamos muito para conquistar esse título. Nunca se pode montar uma festa antes do jogo.