domingo, 22 de agosto de 2010

Serra e Lula?

Quem viu, viu. Ontem no programa eleitoral da tarde, Serra exibiu imagens suas com Lula e afirmou que ambos são políticos experientes. Até a oposição está com Lula.



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Eleições 2010

Como sempre, a campanha traz erros de português inimagináveis, candidatos pitorescos que mais parecem saídos da vida circense...
Agora, a inovação é a campanha "Seu Mestre Mandou".
Sim. A campanha se resume a "Lula pediu", "Sou amigo de Lula", "Lula é o amor da minha vida", e por aí vai.
A que nível chegamos...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Será que dá?

Depois de uma vexatória derrota para o lanterna da competição, sendo o segundo gol o supra sumo da infantilidade, o América, mais uma vez, mostrou sua porção fênix. Tal qual o pássaro mitológico que sempre ressurge das cinzas, o Mecão sacudiu a poeira e venceu o Paraná em seus domínios por 1x0.

É certo que o Paraná já é um velho freguês. Porém a campanha atual do América não empolga nem o mais otimista dos torcedores. Quer dizer, não empolgava. Agora começou a contagem regressiva do número de vitórias necessárias para permanecer na Série B. Faltam 11 vitórias. E ainda faltam 23 jogos. Será?

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Isso parece um certo país que eu conheço...

"Há uma grande chance de a maioria das vagas serem ocupadas por pessoas qye cometeram fraude para tanto."
Martine Van Bijlert, co-diretor da Afghan Analysts Network, sobre a eleição vindoura para o parlamento do Afeganistão.
Fonte: The New York Times

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Coitada da Julia Roberts...

Ao ser anunciada como atração do programa de David Letterman, a atriz foi vítima de uma ambiguidade do locutor do programa. No anúncio de todas as atrações daquela edição, ele produziu a seguinte sequência: "E hoje à noite, Julia Roberts!" Aí ele já emendou a atração seguinte: "Um problema com varizes?", o que levou à impressão de que a atriz tem varizes...

Fonte: AOL.com

Americanos também querem férias mais longas

Para quem achava que somente brasileiro quer descanso, The New York Times (sim, eu sou mesmo fã deste jornal!!!) lançou um debate.

Enquanto os europeus têm 4, 6 ou mesmo 8 semanas de férias (uh-lá-lá!), os coitados que trabalham nos Estados Unidos têm apenas 2 semanas de férias. Isso mesmo: 2 semanas e alguns poucos feriadões (estes sim nossa marca registrada!).

Você acha que deveríamos encurtar as férias para apenas 2 semanas como os americanos, manter as nossas em 4 semanas como atualmente ou alongar para 6 ou 8 semanas, como ocorre em alguns países europeus?

Deixe o seu comentário!!!

Frases da semana

"A Proposta 8 não consegue suportar nenhum nível de escrutínio sob a Cláusula de Proteção dos Iguais. Excluir do casamento casais de mesmo sexo simplesmente não está relacionado de forma racional ao legítimo interesse do Estado."
Juiz Vaughn R. Walker, presidente do Tribunal Distrital Federal em São Francisco, Califórnia (USA)

"Somente a tradição, entretanto, não pode formar a base racional de uma legislação."
Do mesmo Juiz Walker, rejeitando o argumento (dos que defendiam que o casamento gay fosse banido) de que o casamento é uma instituição tradicional voltada para a procriação.

"Esta decisão afirma que nós somos americanos também. Nós também devemos ser tratados igualmente. (...) A nossa família é tão amada, tão verdadeira e tão válida como a de qualquer pessoa."
Kristin M. Perry, uma das autoras da ação para derrubar a Proposta 8 do Estado da Califórnia (USA) que pretendia banir o casamento gay

Confira a reportagem completa no The New York Times: http://www.nytimes.com/2010/08/05/us/05prop.html?pagewanted=1&_r=1&th&emc=th



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Direto do The New York Times

"A democracia não nos trouxe coisa alguma. A democracia nos trouxe uma lata de Coca-Cola e uma cerveja."
Haitham Farham, dono de loja em Bagdá que teve de roubar eletricidade para manter seu negócio funcionando

sábado, 31 de julho de 2010

Pio, logo existo

Maravilhoso o artigo de Peggy Orenstein "I Tweet, Therefore I Am" (tradução no título deste post), parafraseando a famosa conclusão "Penso, logo existo" do filósofo francês René Descartes (pronuncia-se Decárte), publicado no dia 30/07/10, na seção The Way We Live Now (como vivemos atualmente) no jornal The New York Times.

A autora discorre sobre como as novidades tecnológicas (que são parte do nosso dia, por isso nem ela está disposta a abandoná-las) alteram a formação do ego a ponto de vivermos uma realidade em que o mundo inteiro é um palco. Interessantíssimo!!!

Não gostei do que vi, mas gostei do que ouvi

Primeiro, é importante salientar que não visitei tudo. Fiquei nos stands da praça cívica. E ouvi bons comentários a respeito dos outros polos (ginásio e Tv Universitária) na imprensa. Mas foi de péssimo gosto a exposição da SPBC/Cientec.

Fui na sexta à tarde, último dia da exposição, e encontrei um ambiente desolador: stands vazios, expositores loucos para ir embora... Além disso, os stands das escolas públicas eram o reflexo de como você pode preencher um espaço em uma feira científica e não trazer nada de relevante, a ponto de me fazer questionar qual era mesmo o objetivo da feira.

Esses stands tinham tantas coisas amontoadas que mais pareciam aqueles quartos de despejo com todo tipo de tranqueira que a gente não sabe bem para que serve, mas vai guardando até que um dia o tal quarto virou um universo à parte, sem que se saiba exatamente o que há lá.

Pinturas de alunos, muitos objetos feitos de garrafas pet, mas ninguém para explicar o que aquelas coisas significavam. Seria uma exposição de arte?

O mesmo pode ser dito dos stands das escolas particulares, mas lá pelo menos havia alunos para explicarem seus trabalhos e a sensação de coisas amontoadas foi substituída por pessoas amontoadas.

Não havia uma só placa para indicar que tipo de exposições encontraríamos ali. Várias entradas e nenhuma sugestão de roteiro. Um terror para quem gosta de coisas logicamente organizadas.

Quanto às apresentações culturais, posso falar do que vi... ou não vi. Sobre a Big Band Jerimum Jazz, que deveria se apresentar às 22h da quinta-feira e que seria por mim prestigiada logo após a boa Noite Italiana do hotel Barreira Roxa (já comentei do serviço gentil, do bom cardápio, da bebida geladinha, só faltou dizer que eu esperava que os pratos fossem servidos à mesa, mas era estilo buffet), posso dizer que às 22h41 - para ser exata - passei de carro em frente ao local da apresentação e nada! O show não havia começado, o que revela a desorganização.

Não bastasse isto, a por mim tão aguardada apresentação de octetos na capela foi o primor, o suprassumo (agora é com hífen ou não?) da desorganização. Fomos eu e mais 3 da família. Chegamos às 16h40 e não havia o menor sinal de que haveria uma apresentação às 17h. Demos uma volta na capela e conseguimos visualizar alguns técnicos de som e iluminação, então resolvemos entrar para esperarmos sentadas. Assim pudemos acompanhar um show de amadorismo. A arrumação do palco só veio a começar efetivamente às 17h, hora da apresentação em si. Os próprios músicos arrumavam o palco, pois não tinham a menor ideia de onde cada instrumento deveria ficar. Aliás, os instrumentos foram chegando individualmente após as 17h.

Quando imaginávamos que tudo estaria pronto (microfones e luzes checadas, instrumentos em seus locais), eis que chegam os coordenadores e ordenam que as posições sejam modificadas. Puxa pra lá, empurra pra cá, arruma ali e vai começar.

Não havia microfone para anunciar as atrações. Foi tudo no gogó mesmo (por sinal, ambos os professores/coordenadores falavam baixo). Sorte nossa que eu resolvi sentar bem próximo de onde imaginei que ficaria o regente.

Aí o coordenador anuncia que a apresentação será das 17h (como assim? Já eram 17h30!) às 19h porque haveria outro concerto na praça cívica neste horário (não sabiam disso na hora de programar as atrações?) e que aquela primeira apresentação seria bem rápida para que os outros grupos (violões e clarinetes) pudessem se apresentar SE ELES CHEGASSEM. Isso mesmo. Os músicos não haviam chegado ainda para uma apresentação que prometia ser rápida!!!

Resultado: tivemos uma apresentação magnifíca (sim, foi um show de bola a apresentação da banda de percussão com xilofones e assemelhados) de míseros 30 minutos.

Uma vergonha a desorganização da UFRN. Eu chego a afirmar que quem não foi pode até ter perdido algo que valia à pena ver - como a apresentação citada - mas se livrou de muito aborrecimento e desorganização por quase nada.