sábado, 24 de outubro de 2015

Série B 2015: Náutico x Botafogo às 16h30

Local: Itaipava Arena

Náutico (4-4-2); Júlio César, Rafael Pereira, Ronaldo Alves, Fabiano Eller, Gastón Filgueira; Willian Magrão, João Ananias, Fillipe Souto, Guilherme Biteco; Hiltinho, Daniel Morais. Técnico: Gilmar dal Pozzo.

Botafogo (4-4-2): Jefferson, Luís Ricardo, Renan Fonseca, Roger Carvalho, Thiago Carleto; Rodrigo Lindoso, Willian Arão, Daniel Carvalho, Diego Giaretta; Lulinha, Navarro. Técnico: Ricardo Gomes.

Árbitro: Célio Amorim (SC)
Assistentes: Eder Alexandre (SC) e Thiaggo Americano Laves (SC)

Destaques do Náutico
Júlio César - líder.
Fabiano Eller - experiente.

Destaques do Botafogo
Luís Ricardo - boa opção ofensiva.
Willian Arão - bom na marcação e no apoio ofensivo.

Prognóstico: o Náutico (6.º) parece firme no propósito de chegar ao G4 4 é muito forte dentro de casa. O Botafogo (1.º) segue firme em busca do título. Empate.

Série B 2015: Sampaio Corrêa x Paysandu às 16h30

Local: Estádio Castelão

Sampaio Corrêa (4-4-2): Rodrigo, Daniel Damião, Luiz Otávio, Plínio, Rai; Léo Salino, Diones, Válber, Nádson; Edgar, Jheimy. Técnico: Léo Condé.

Paysandu (4-4-2): Emerson, Yago Pikachu, Thiago Martins, Fernando Lombardi, João Lucas; Ricardo Capanema, Fahel, Jhonnatan, Roni; Misael, Leandro Cearense. Técnico: Dado Cavalcanti.

Árbitro: José Cláudio (SP)
Assistentes: Danilo Rios (SP) e Fábio Rogério (SP)

Destaques do Sampaio
Válber - bom na movimentação.
Jheimy - bom na movimentação e na finalização.

Destaques do Paysandu
Yago Pikachu - boa opção ofensiva.
Leandro Cearense - bom na movimentação e na finalização.

Prognóstico: o Sampaio Corrêa (9.º) parece não ter mais a força de outrora. O Paysandu (5.º) também parece tropeçar em si mesmo. Empate.

Futebol do América depende da eleição no ABC

Tá lá no Vermelho de Paixão: Ferdinando Teixeira não será superintendente de futebol do América se o filho Fabiano, que é prefeito de Serrinha, concorrer à presidência do ABC. A decisão saiu num almoço entre o próprio Ferdinando, Jussier Santos (certamente falando em nome do filho) e Maeterlinck Rego.

Mesmo com esse nível de identificação com as coisas do ABC, Ferdinando só não será superintendente de futebol no América se seu filho se candidatar a presidir o alvinegro. Se Fabiano não se candidatar, tá tudo certo.

Beto Santos já disse que o emocional estará em 3.º plano em sua gestão. No 1.º e no 2.º, estará o racional. Faltou só combinar com a torcida. Colocar em tal cargo alguém identificado com as coisas do rival e sem um trabalho bem-sucedido na área para justificar a escolha é mexer num vespeiro. Teremos teorias de conspiração o ano inteiro. Caberia aqui alguém lembrar que o futebol parece a mulher de César, que precisava muito mais parecer honesta do que o ser.

Vai bem o América: as coisas que envolvem o seu futebol dependem da eleição no ABC. 

2016 promete!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Série B 2015: América-MG x Oeste às 21h

Local: Arena Independência

América-MG (3-5-2): João Ricardo, Wesley Matos, Anderson Conceição, Alison; Walber, Rodrigo Souza, Tony, Mancini, Bryan; Marcelo Toscano, Richarlison. Técnico: Givanildo Oliveira.

Oeste (4-4-2): Leandro Santos, Paulo Henrique, Daniel Gigante, Ligger, Fernandinho; Guilherme Amorim, Renato Xavier, Renan Mota, Mazinho; Wagninho, Kahê. Técnico: Renan Freitas.

Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT)
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Fábio Rodrigo Rubinho (MT)

Destaques do América-MG
Walber - boa opção ofensiva.
Marcelo Toscano - bom na movimentação e na finalização.

Destaques do Oeste
Mazinho - bom na movimentação e na finalização.
Kahê - atacante que não perdoa.

Prognóstico: o América-MG (4.°) conta com sua torcida para se manter no G4. O Oeste (15.°) quer se manter como estraga-prazeres. Empate.

Série B 2015: Macaé x Mogi Mirim às 21h

Local: Estádio Cláudio Moacyr

Macaé (4-4-2): Rafael, Igor Julião, Frauches, Douglas Assis, Diego; Gedeil, Thiago Cardoso, Juninho, Aloísio; Pipico, Anselmo. Técnico: Josué Teixeira.

Mogi Mirim (4-4-2): Gustavo, Dunguinha, Fábio Sanches, Elton, Dieguinho; Magal, Henrique Motta, Anderson Rosa, Marlon; Jô, Serginho. Técnico: Márcio Goiano.

Árbitro: John Herbert Alves Bispo (BA)
Assistentes: José Raimundo Dias da Hora (BA) e Paulo de Tarso Bregalda Gussen (BA)

Destaques do Macaé
Pipico - bom na movimentação e na finalização.
Anselmo - atacante que não perdoa.

Destaques do Mogi
Magal - bom na marcação e no apoio ofensivo.
Serginho - esperança de gols.

Prognóstico: o Macaé (16.°) quer afastar o risco de rebaixamento. O Mogi Mirim (20.°) conta as horas para o fim da agonia. Vitória do Macaé.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Era uma vez

Há muito, muito tempo, numa escola de estirpe de um país distante, professores reuniram-se com o intuito de escolher um novo diretor para o lugar. Houve muitos debates a respeito de como empreender tal escolha. Quais critérios deveriam nortear a decisão? Quem tomaria as rédeas do processo? Deveriam mesmo estabelecer critérios ou seria mais simples escolher um dentre os bravos professores para assumir o posto sem qualquer discussão?

Debate vai, debate vem, um professor novato no lugar resolveu expor sua opinião. Ele achava que deveriam escolher alguém que não fosse muito centralizador e que desse o máximo de transparência às decisões envolvendo a escola. Além disso, deveria não fechar os olhos aos avanços da sociedade onde a escola estava inserida. O diretor também deveria ter pulso suficiente para cobrar de professores e demais funcionários que a escola funcionasse a contento em cada setor, nem que precisasse ele mesmo (diretor) fazer o que deveria ter sido feito para dar o exemplo. Tinha que ser técnico e político ao mesmo tempo, sem olvidar de prestar contas de seu próprio trabalho a todos da escola, inclusive a alunos e seus responsáveis.

O diretor teria que ser motivador e cultivar um ambiente de máxima cooperação entre todos os que faziam a escola. Carisma, ética, lealdade e liderança seriam a sua força para obter o respeito de todos no dia-a-dia de sua administração. A escola tomaria grande parte do seu dia, mas com planejamento e objetivos claros, os resultados surgiriam em pouco tempo, sempre respeitando os limites de recursos financeiros e cuidando para que não houvesse qualquer perda de patrimônio, desde um mísero pedaço de giz até as próprias instalações físicas.

Na verdade, o professor novato ficou preocupado com a tendência percebida em seus colegas de colocarem no cargo um velho professor em vias de se aposentar. Este era reconhecido como grande professor, mas estava mais preocupado, segundo confidenciara aos mais próximos, em deixar a cátedra e enfim abrir uma pequena bodega numa cidade vizinha. Isso poderia deixar a escola em situação difícil durante o ano letivo e ainda desmotivar novos professores a tentar qualquer inovação em suas aulas ante a ausência de uma fiscalização mais próxima.

Feitas todas as suas considerações e observando o temor que alguns novatos demonstravam em assumir tamanha responsabilidade, o professor novato resolveu postular o cargo.

A escola ficou em polvorosa. O professor novato postulando tamanha responsabilidade? Isso não prejudicaria o bom nome da instituição? 

Foi aí que um dos veteranos procurou o novato para expor o que achava de suas ideias. Inicialmente, só o fato de ser novato já seria grande obstáculo à sua pretensão. É que os veteranos haviam modificado as regras há algum tempo e não admitiam recém contratados num cargo dessa envergadura. Também achava um desaforo ele sair determinando os critérios a serem observados para a escolha do novo diretor. Parecia que ele estava fazendo terra arrasada de todos os diretores anteriores, como se fossem desonestos, ou preguiçosos, ou desinteressados, ou tudo isso junto. 

O veterano ainda fez questão de lembrar ao novato que ele mesmo (veterano) poderia ser diretor, uma vez que era detentor de tempo, conhecimento, prestígio entre os colegas e de dinheiro suficiente para tamanha aspiração, mas os deveres do cargo eram muitos para ele.

Num golpe final, o professor veterano deixou claro para o professor novato que ele (novato) agora era motivo de chacota entre os mais antigos e que esperava que ele esquecesse a pretensão de ser eleito diretor da escola porque não apresentava a mínima condição para tanto.

É de se imaginar como o professor novato se sentiu humilhado. Até para ser diretor da escola era necessário ter dinheiro, embora os recursos da escola não se misturassem aos seus. Mesmo não sendo no Brasil, no país em questão, tal profissão também não era muito valorizada. Aliás, nessa época, só os fidalgos tinham valor. Não seria diferente naquela escola.

O novato desistiu. Não podia ter quase 100% do corpo de professores contra si - os veteranos representavam a grande maioria. Mesmo dentre os novatos seu nome não era unanimidade, impressionados que estavam com a declaração de um outro professor veterano ainda mais antigo de que a escola ficaria melhor fechada do que sob a direção do novato.

Assim só cabia ao novato esperar que um dia ele fosse um veterano. Ou que nascesse de novo com mais sorte, mais dinheiro ou uma ascendência nobre.

À escola restou a concorrência de outras. Não perdeu a estirpe, mas o alunado foi minguando ao longo do tempo. Outras instituições eram mais atrativas, inclusive no que se refere ao preço dos serviços. Para muitos, não valia mais a pena pagar para fazer parte de uma instituição muito arraigada a padrões considerados antigos até para a época de então.

Para os professores veteranos, no entanto, a realidade era muito mais fruto da falta de sapiência do alunado em não querer mais fazer parte de escola de tamanha estirpe do que de qualquer atitude de corporativismo. Não entendiam como os alunos podiam ter tão pouco apego àquela instituição a ponto de abandoná-la ou mesmo trocá-la por outra mais distante. Chegavam mesmo a expressar alívio com o afastamento de pessoas tão sem qualificação.

Aos que viam o caminho sem volta, fossem professores novatos ou alunos e seus responsáveis, ficou uma triste sensação de angústia e impotência. Aquele era definitivamente um destino sofrido demais para um lugar de tantas memórias afetivas. Sem voz, a resignação foi o que lhes sobrou. 

Além do tempo

Não sou noveleira. Já fui. Vez ou outra surge alguma coisa que atrai minha atenção e resolvo acompanhar alguns capítulos. Só para me arrepender depois e seguir firme no propósito de achar que acompanhar uma novela de uma hora de duração, com uma ruma de propaganda no meio, de segunda a sábado, nos horários mais inconvenientes do dia, é um desperdício inadmissível de tempo. Ressalto que penso exatamente o mesmo sobre futebol na TV. 2 horas são muito tempo para nada. Só assisto algo com total atenção se torço para os times (América, Brasil e USA) e olhe lá. Normalmente, me dedico a ler algo ao mesmo tempo, ou, no mínimo, expresso opiniões a respeito pelo Twitter.

Mas aqui em casa imperam algumas regras. Há uma TV na cozinha e ela está sempre ligada na hora das refeições pelo menos durante a semana. Vai começar violência no jornal? Troco de canal na hora. Não sei em que minha vida vai melhorar sabendo quem arrombou o que e acompanhar em detalhes o puro sadismo de quem focaliza cadávares como quem exibe um prêmio.

A outra é que Malhação não dá. Minha mãe adora. Como não janto em casa todas as noites, ela fica livre dia sim, dia não. Então, na preparação do jantar, a TV fica disponível para mim.

A regra fundamental é que tenho que ficar checando se Além do Tempo começou. Se sim, nada pode perturbar sua exibição. Daí que termino por dentro de toda a estória.

Aliás, deixe-me elogiar esse horário na Globo. As novelas não se arrastam por muito tempo e também não são lengalengas intermináveis. E quando são novelas de época, que arraso! Figurino, cenários conseguem nos transportar mesmo para o ambiente.

Falando de Além do Tempo, a novela já era um encanto por quebrar o clichê da megera que ninguém suporta. A condessa interpretada por Irene Ravache conseguiu conquistar o amor da neta, apesar de todas as crueldades impostas ao filho e à nora. 

Ontem, Além do Tempo quebrou mais um. Houve um fim de fase digno de um fim de novela. De pronto já imaginamos que houve um casamento e até quem não havia descolado nem um olhar durante a novela arrumou um pretendente para o resto da vida na festa. Não, não houve. A megera nem enlouqueceu, nem se matou, nem foi presa no fim. Nem todo mundo foi feliz para sempre. Pelo contrário, a maldade se manteve e até aumentou no fim.

Elizabeth Jhin, autora, teve a coragem que ninguém teve até agora na TV brasileira: matou o casal lindo e jovem protagonista da estória de maneira trágica, diria até cruel. É para ser aplaudida de pé! Nem tudo são flores na vida e esta novela milagrosa conseguiu mostrar isso. De um jeito assustador, mas belo e poético ao mesmo tempo.

Mais: esta é a primeira novela a fazer uma transição de 150 anos. Ou seja, ontem começou uma nova novela com os mesmos atores. Nada de novela de época agora; tudo transcorre nos dias atuais. Eu amei o fim e a transição.

Ainda que a autora venha a me decepcionar agora, tudo que foi feito até aqui já merece meu aplauso - logo eu, que não sou noveleira. Só estou com pena de não ver mais o show que era a iluminação das cenas feita com velas. Um primor.

Elizabeth Jhin ganhou o meu respeito.

Safra ruim

Para quem não acredita que esta é a pior safra de jogadores do futebol brasileiro, eis mais uma evidência. Apesar de ter praticamente 90% de seus selecionados atuando em grandes clubes europeus, a lista de 23 jogadores para escolha do melhor do mundo da FIFA só contempla um brasileiro - Neymar. E este nem de longe figura como favorito.

Quem te viu, quem te vê, Brasil.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Hoje tem

Para quem gosta de futebol com ênfase na técnica, não na força, hoje tem Estados Unidos x Brasil, amistoso de futebol feminino em Seattle (EUA). O SporTV 2 transmite ao vivo e em HD para todo o Brasil a partir das 23h55, horário de Brasília. Imperdível.

Choque de gestão

Choque de gestão é expressão que caiu no gosto popular recentemente. Parece querer significar que, onde não havia gestão, agora haverá. Isto é, numa realidade sem gestão, a presença desta provocará uma brusca mudança de realidade.

Também pode ser compreendida como o processo de implantar uma gestão diametralmente oposta à então vigente. Daí o choque: a nova gestão rompe com os conceitos da atual.

Não se sabe se isso é bom ou ruim. Apenas que pretende ser diferente. Normalmente, o discurso de choque de gestão floresce quando não se está satisfeito com a situação atual. Houvesse plena satisfação tal discurso produziria arrepios nos envolvidos. 

Quem bem aproveitou as condições ideais para o apelo do discurso de choque de gestão, pra ficar num exemplo próximo, foi Micarla de Souza, em sua bem-sucedida campanha para conquistar a prefeitura de Natal.  Foi eleita no 1.° turno. Infelizmente para os natalenses, a ideia de gestão que a ex-prefeita tinha conseguiu ser muito pior do que a que outrora havia.

Choque de gestão é uma das bandeiras do futuro presidente do América Beto Santos. Quer implantar a meritocracia no futebol. Prêmios por conquistas já existem há algum tempo. Jogador de futebol hoje não dá um passo sem receber o tal bicho - nome mais ralé para a produtividade. O time venceu? Pinga dinheiro para quem estava no jogo. Empates também, a depender se em casa ou fora. Passar de fase garante mais um dinheirinho. Conquistar um título, um acesso e até fugir do rebaixamento também engordam (e muito!) a receita do elenco. Não sei dizer se a proposta prevê isso mesmo que já existe ou se terá alguma novidade. Talvez tenha, uma vez que Beto disse em entrevista que a produtividade não será medida apenas por conquistas. Talvez preveja prêmios por tantos dias longe do DM, ou ser relacionado tantas vezes para jogos, ou ainda tantos minutos em campo.

O que me preocupa é que o podre mundo do futebol de hoje é dominado pelos empresários e não sei até que ponto o América tem condições de atrair bons jogadores com uma proposta que rompe com o padrão desse mundo cão (não posso afirmar que rompe porque não conheço o padrão a ser implantado; essa é apenas uma especulação). Logicamente não é o salário que define um jogador. E exatamente por isso não dá para contratar alguém apenas porque sua proposta salarial cabe no orçamento. Garimpar bons talentos e com salário compatível é uma tarefa árdua e que exige bons contatos no (sub)mundo em constante movimento do futebol.

Inobstante tamanha preocupação, surge a informação de que Beto pretende colocar Ferdinando Teixeira como supervisor de futebol. Não tenho notícia de algum trabalho de Ferdinando bem-sucedido nesta área. Ficarei grata em publicar por aqui se alguém souber. Além disso, Ferdinando tornou-se altamente identificado com as coisas do ABC nos últimos anos, o mesmo que se deu com Roberto Fernandes em relação ao América. É muita sintonia com os dirigentes rivais para tamanha função numa realidade extremamente passional como a do futebol. É um verdadeiro caso de arranjar sarna para se coçar. Ressalte-se que há algum tempo Ferdinando anda afastado do dia a dia do futebol. 

Por essas e outras, vejo com preocupação esses aspectos no choque de gestão de Beto Santos. É preciso que alguém alerte o futuro presidente de que o América é um verdadeiro caldeirão e que uma mera derrota ou até empate num jogo de estadual podem aumentar rapidamente a temperatura da fervura. Além disso, a torcida anda mais arredia do que de costume. O número de sócios torcedores consegue ser menor do que quando o time jogava em Goianinha e o público que viu o time na Série C foi decepcionante para quem já viu o Machadão lotar várias vezes na Série C de 2005. Fazer um choque de gestão para voltar ao passado pode não trazer o passado glorioso de volta, e sim aumentar o calvário do clube. A torcida mudou. O futebol mudou. O América mudou. 

Nomes como o de Ferdinando e o de Peninha, conforme visto nas redes sociais, trazem um desgaste desnecessário a uma gestão que nem começou ainda e que precisa trazer a torcida para junto do clube em 2016.

Abra o olho, Beto! Série B é prioridade, mas as escolhas de agora determinarão o tamanho da pressão a ser enfrentada já no estadual.