Pode ter sido apenas um relaxamento meio que natural com a classificação antecipada, mas o técnico Fagner Moura precisa ficar de olhos bem abertos para o desempenho de seus atletas na LNF Silver.
Invicto por muito tempo e líder por bom pedaço no terço decisivo da fase de classificação, o América acumulou duas derrotas no final, a última delas dentro de casa e sem conseguir marcar nem o gol de honra diante de sua torcida.
Com tempo para treinar para as quartas de finais da competição, há sério problema com os pivôs da equipe, sendo Betinho o que apresenta desempenho em queda brutal.
Outros jogadores, como Bruno, Sabará e Parminha, ainda precisam mostrar que têm condições de encarar uma competição dessas com a camisa do América.
As outras equipes já entenderam que a grande arma do América é o apoio do goleiro Rapadura, especialmente quando protegido por Rogério, e os dois últimos adversários se dedicaram mesmo a impedir que o goleiro bom de bola ficasse à vontade na armação das jogadas e até chutes a gol.
O tempo de descanso das oitavas de finais tem que servir para repensar quem deve jogar com quem e o momento certo de estar em quadra, além, claro, de muito estudo dos adversários. Achar um pivô ou melhorar Mateus Kauan pode dar novas (e boas) perspectivas ao time.
Os adversários não dormiram de touca e tomaram a liderança americana na última rodada. É tempo de corrigir e reagir.
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