segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Olha o pôster do campeão!

(Imagem: Canindé Pereira, América)

Fotos do campeão

As imagens do jogo que consagrou o América Campeão Brasileiro da Série D 2022 são de autoria de Canindé Pereira.

(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
 (Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)
(Imagem: Canindé Pereira, América)


Manchetes do dia (26/9)

A manchete do bem: 
  • Quesito quilombola no Censo conecta o Brasil aos compromissos da ONU
As outras: 
  • Empresa de passagem de ônibus vai dar desconto para eleitor viajar e votar
  • SP tem R$ 847,4 milhões do BID para adotar tecnologias que diminuam filas do SUS
  • Libra esterlina se aproxima de US$ 1 e cai ao menor nível da história 
Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (9/26)

The headline for good: 
  • 'Let's do it legit': Drug arrestees vie for first New York pot licenses
The others:
  • Factory jobs are booming like it's the 1970s
  • Death of Iranian woman ignites fury among fellow Kurds
  • Why religious freedom matters, even if you're not religious
Good morning.

Source: The New York Times 

domingo, 25 de setembro de 2022

Com juros e correção

Não há noite que não acabe, mas a passagem do América pela Série D parecia não ter fim. 6 longuíssimos anos de sofrimento, com direito até a uma pandemia para piorar. 

Foi necessário que 3 ídolos em campo assumissem posições fundamentais no clube para que tudo mudasse. Souza, Moura e Leandro Sena fizeram história mais uma vez pelo América.

E o sofrimento foi cobrado com juros e correção monetária porque, além do acesso, o trio deu ao América seu primeiro título de campeão brasileiro. No caso da D, é também o primeiro do RN porque o Globo, de Luizinho Lopes, em 2017, era o que havia chegado mais longe na competição com um vice campeonato.

Até a festa promete ser com juros e correção monetária: ninguém menos do que Márcia Freire, que tem a versão mais tocada de Vermelho da minha geração de torcedores e torcedoras (tenho o CD, claro, que sempre toca "on repeat" no meu carro durante as carreatas), vai abrilhantar uma super festa na Arena das Dunas, o palco mais vermelho deste ano.

Não vi o jogo final, esclareço. Nem precisava. No podcast de ontem eu já apontava que este time de Leandro Sena é muito sério e empenhado. Estou mais interessada agora em participar de mais uma carreata por um feito nacional e da festa vermelha.

Parabéns aos ídolos, parabéns à torcida e parabéns ao Orgulho do RN pela conquista do Campeonato Brasileiro da Série D! 

A força das convicções

Depois de muitos anos e muitas recomendações, eu adicionei Cem Anos de Solidão, pelo qual o colombiano Gabriel García Márquez foi agraciado com um Nobel de Literatura, à minha lista de obras lidas.


É uma experiência diferente e ao mesmo tempo cheia de rememorações. De realismo fantástico, ou mágico, como é denominado, a obra traz uma mistura de personagens de uma família (Buendía) com um local (Macondo) e uma sequência de fatos que assolam ambos de forma trágica, mas também com um tanto de destino aguardado por quem sabe muito das coisas da vida.

Não pretendo - e nem poderia - ter qualquer intenção de criticar uma obra que conquistou o maior prêmio da literatura mundial. No entanto, há sim um detalhe que me incomodou ao longo das páginas, embora ele não tenha tirado o brilho da construção do enredo e das próprias personagens, tão forjadas em suas próprias e fortes convicções: a visão puramente masculina, carregada de machismo, em alguns momentos, muito violenta, sobre como se dão as relações sexuais e de afeto entre um homem e uma mulher. 

Supere-se isso, afinal o livro foi escrito, salvo engano, em 1967, e a construção de cada personagem e a confusão dentre as personagens masculinas, quase todas com o mesmo nome ou nomes muito parecidos, envolvem e encaminham a leitura em risadas que posso dizer inocentes, espôntaneas mesmo, dores sentidas e, de novo, o fascínio das convicções fortemente arraigadas em cada personagem, seja masculina ou feminina.

Além disso, Cem Anos de Solidão também aborda, e com maestria, como a História (com H maiúsculo) costuma ser contada e firmada pelo lado da força, não importando o que seja preciso fazer para que a versão oficial se imponha. 

Ou seja, a ficção mais uma vez bebe da fonte da realidade e dá mote para uma boa reflexão. Não deixe de ler.

Manchetes do dia (25/9)

A manchete do bem: 
  • Grupos e influenciadores oferecem limpeza solidária na casa de pessoas com depressão
As outras: 
  • Sem Lula, debate no SBT perde para Record e Datena
  • Futebol feminino e Corinthians mostram força em tarde de festa em Itaquera
  • Insatisfeitas com treinador, jogadoras rejeitam defender a Espanha
Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (9/25)

The headline for good: 
  • 4-day workweek brings no loss of productivity, companies in experiment say.
The others: 
  • For New Yorkers, 6 p.m. is the new 8 p.m.
  • Millenials want to retire at 50. How to afford it is another matter.
  • 'They have nothing to lose': why young Iranians are rising up once again
Good morning.

Source: The New York Times