A Covid-19 segue contaminado o elenco americano, mesmo com os tais protocolos de segurança. O clube anunciou que os jogadores Taylon e Wesley Smith estão afastados por esse motivo.
domingo, 20 de junho de 2021
Falta muito
Nem América, nem ABC são nem sombra do que já foram um dia. O clássico então parece mais filme de comédia para quem não torce para nenhum dos dois. Já para quem torce, o clássico hoje é um misto de drama com horror.
A rigor, só um gol foi digno. O primeiro do América, marcado por Esquerdinha numa cobrança de falta. Deu até ilusão de que um bom futebol poderia surgir.
Mas o estilo "Os Trapalhões" voltou para matar de rir (e de raiva) a audiência da TV Brasil. Os outros 4 gols da partida foram oriundos de falhas clamorosas, infantis, indignas de quem recebe salário para jogar futebol.
No fim, o América deixou a mediocridade falar mais alto no momento em que ficou com um jogador a mais já no finzinho da partida e conseguiu arrumar um pênalti para o ABC.
Sei que ambas as equipes tinham desfalques por Covid-19. O ABC ainda se preocupa com algo que vai enterrando o futebol daqui nacionalmente - o estadual. Mas o que alguns jogadores de ambos os lados maltrataram a bola na hora de dominá-la, isso num gramado de Copa do Mundo, foi de assustar quem acompanha futebol.
Sobre o América especificamente, não sei o que pretendem César Tanaka, Elton, Peri, Max e os que entraram no 2.° tempo, com exceção de Elvinho. Gostei muito de Juninho e Esquerdinha. Todos os titulares mostraram vontade de vencer, o que já é um alento.
O desalento é saber que falta muito para melhorar, principalmente quando se sabe que o goleiro titular não demonstrou a menor intimidade com bolas aéreas, o que contribuiu diretamente para uma derrota mais vez contra um adversário reconhecidamente desfalcado. Quando os adversários estiverem completos, o que restará para o América?
Sonhemos com mais Esquerdinha e Juninho e menos com César Tanaka e Elton para que pelo menos a 4.ª vaga do grupo caia no colo do Orgulho do RN, já que sonhar não custa nada.
Top 10 da Netflix
As obras disponíveis na Netflix mais assistidas no Brasil hoje.
- Elite (Série, 2018, 18 anos, 4 temporadas)
- Paternidade (Filme, 2021, 12 anos, 1h51)
- Sweet Tooth (Série, 2021, 14 anos, 8 episódios)
- Lupin (Série, 2021, 16 anos, 2 partes)
- Cidade de Gelo (Filme, 2020, 14 anos, 2h18)
- Katla (Série, 2021, 16 anos, 8 episódios)
- Segurança (Filme, 2021, 18 anos, 1h59)
- Record of Ragnarok (Série, 2021, 16 anos, 12 episódios)
- Din e o Dragão Genial (Filme, 2021, 10 anos, 1h42)
- Lucifer (Série, 2016, 16 anos, 5 temporadas)
Podcast: Anestesiados
Podcast: Vale a tranquilidade
O primeiro clássico do RN na Série D.
Manchetes do dia (20/6)
A manchete do bem: Ajuda trilionária do governo Biden e vacinas turbinam retomada dos EUA.
As outras: Florianópolis se vende como gay-friendly, mas é marcada por violência contra LGBTs, Trabalhador essencial e 'invisível' é maior vítima da pandemia no Brasil e Superpedido de impeachment tem mais de 20 acusações de crimes atribuídos a Bolsonaro.
Bom dia.
Fonte: Folha de S.Paulo
Today's headlines (6/20)
The headline for good: Five pioneering black ballerinas: 'We have to have a voice'.
The others: Brazil, besieged by Covid, now faces a severe drought, As money launderers buy Dalís, U.S. looks at lifting the veil on art sales, and Police shoot driver who struck cyclists at Arizona bike race.
Good morning.
Source: The New York Times
sábado, 19 de junho de 2021
Manchetes do dia (19/6)
A manchete do bem: Assembleia Geral da Onu aprova resolução condenando o golpe em Mianmar.
As outras: EUA flexibilizam sanções contra Maduro para combate à Covid-19 na Venezuela, Mulheres afegãs conquistam 27% do Parlamento após décadas de guerra e PSOL pede que Ministério Público investigue criação de 'tribunal ideológico' do Enem.
Bom dia.
Fonte: Folha de S.Paulo
Today's headlines (6/19)
The headline for good: Shell gets greener, even as climate advocates say, 'Go faster'.
The others: The European Union recommends opening to Americans to rescue the summer, Israeli-Palestinian vaccine deal collapses amid expiry date dispute, and Stocks drop as Wall Street's unease stretches to a fourth day.
Good morning.
Source: The New York Times
sexta-feira, 18 de junho de 2021
O inferno da espera
Não sei se existe alguém que gosta de esperar. Esperar sem ter a hora exata de quando vai chegar eu tenho a impressão que é ruim até se o que se espera é bom.
Esperar médica(o) então é um saco! Tenho pavor das(os) que marcam consultas por ordem de chegada. São sumariamente riscados da minha lista. Já não basta ter que esperar uma data lá na frente para a consulta, correndo o risco de nem lembrar mais os sintomas (plano de saúde agora é assim), ainda ter que desistir de um dia da vida para receber um atendimento agendado é o fim da picada! A única exceção ainda é o oftalmologista porque dificilmente espero muito por ele e o considero um profissional acima da média. E só.
Se tudo isso sempre foi ruim, agora piorou. Além do receio de contaminação em salas de espera entupidas de gente, ainda temos que aguentar 1.500 pacientes com seus celulares e vídeos e áudios do WhatsApp sem headphones/earphones. É tudo ali mesmo, para todo mundo ouvir. Todos ao mesmo tempo, numa poluição sonora inadmissível, além do desrespeito a quem está próximo, totalmente inaceitável.
Falta educação nos tempos atuais. Conceitos básicos do que é público, do que é privado, de quando um direito acaba para começar o da pessoa semelhante.
A espera hoje é uma verdadeira sucursal do inferno, certamente uma amostra do que será a vida após a morte (?) para quem acredita em dívida de alma a ser paga nos domínios de Belzebu e companhia.
De minha parte, pelo acontecido por aqui desde aquela estória de fim do mundo em 2012, eu começo a acreditar que quem ficou resistiu (não morreu) foi na verdade a galera que não subiu (paraíso, céu, evolução espiritual e assemelhados), então o inferno somos nós mesmos que fazemos. Agora com esse acréscimo do áudio/vídeo pessoal tornado coletivo num grupo em que cada pessoa é torturadora e torturada ao menos tempo. Tudo isso até que um(a) médica(o) se disponha a lhe atender...
É ou não é infernal?
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