sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Os robôs e a arte

É claro que quando encontro algum texto sobre tema palpitante não deixo de jeito nenhum de compartilhar por aqui, embora nem sempre eu tenha tempo de fazê-lo de imediato. É o caso agora. Segue artigo de Yuval Noah Harari, historiador israelense e autor de Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã e Uma Breve História da Humanidade, a respeito do alcance da inteligência artificial nas artes, publicado em Veja (27/09/17, páginas 87-89).

A Última Fronteira
Se a arte diz respeito a algo mais profundo do que as emoções e está além das nossas reações químicas, é possível que os algoritmos se tornem grandes artistas?

Em algum momento nas próximas décadas, um sistema externo que junta e analisa ondas infinitas de dados biométricos provavelmente conseguirá entender, muito melhor do que eu, o que está acontecendo dentro do meu corpo. Tal sistema transformará a política e a economia por permitir a governos e corporações que prevejam e manipulem desejos humanos. E qual será seu impacto sobre as expressões artísticas? Continuará a arte como a última linha defensiva contra o surgimento dos algoritmos oniscientes?

No mundo moderno, a arte normalmente é associada às emoções humanas. Tendemos a achar que artistas canalizam suas forças psicológicas e que o propósito da arte é conectar-nos com nossas emoções ou inspirar novos sentimentos. Por isso, quando avaliamos a arte, tendemos a julgá-la pelo impacto emocional e a acreditar que a beleza está nos olhos de quem a vê.

Essa perspectiva acerca da arte se desenvolveu durante a época do romantismo, no século XIX, e amadureceu há exatamente 100 anos, em 1917, quando Marcel Duchamp comprou um mictório ordinário, produzido em massa, e o declarou um objeto de arte. Nomeando-a Fonte, ele assinou e submeteu a peça a uma exposição de arte. Em inúmeras salas de aula ao redor do mundo, estudantes de arte do 1.º ano são apresentados à imagem da Fonte de Duchamp, e espontaneamente se inicia uma calorosa discussão. É arte! Não é! É, sim! De jeito nenhum!

Depois de deixar que os alunos desabafem, o professor direciona a conversa ao levantar as já tradicionais perguntas "O que exatamente é arte? E como nós determinamos se algo é uma obra de arte ou não?". Depois de mais alguns minutos de discussão, o professor guia então os alunos na direção correta: "A arte é qualquer coisa que as pessoas acham que é arte, e a beleza está nos olhos de quem vê". Se as pessoas acham que um mictório é uma obra de arte linda - então é isso. Existiria alguma autoridade superior para dizer que as pessoas estariam erradas?

E se as pessoas estão dispostas a pagar milhões de dólares por determinada obra de arte - então é isso que ela vale. Afinal de contas, o cliente tem sempre razão.

Em 1952, o compositor John Cage superou Duchamp ao criar 4'33. A peça, originalmente composta para piano mas atualmente também apresentada por orquestras sinfônicas completas, consiste em quatro minutos e 33 segundos nos quais nenhum dos instrumentos toca uma única nota. A peça encoraja a audiência a observar suas experiências internas para examinar o que é música, o que nós esperamos dela, e como a música é diferente dos barulhos aleatórios da vida cotidiana. A mensagem é que são nossas próprias expectativas e emoções que definem a música e que separam a arte do barulho.

Se a arte é definida por emoções humanas, o que acontece quando algoritmos são capazes de entender e manipular as emoções humanas melhor do que Shakespeare, Picasso ou Lennon? Afinal de contas, emoções não são fenômenos místicos - são um processo bioquímico. Por isso, tendo acesso a um volume suficiente de dados biométricos e de capacidade de processamento computacional, seria possível hackear o amor, o ódio, o tédio e a alegria.

Em um futuro não muito distante, um algoritmo de inteligência artificial (IA) poderá analisar dados biométricos por meio de sensores ligados ao seu corpo, dentro e fora dele. Para assim determinar seu tipo de personalidade e suas mudanças de humor e, então, calcular o impacto emocional que uma música particular - ou até uma nota em particular - deverá causar em você.

De todas as formas e manifestações artísticas, a música é provavelmente a mais suscetível à análise por big data, em razão de seus estímulos, internos e externos, serem pautados por representações matemáticas. Os internos são os padrões matemáticos de ondas sonoras, e os externos, os padrões eletroquímicos de tempestades neurais de nosso cérebro. Permita a uma máquina de IA que analise milhões de experiências musicais e ela aprenderá como estímulos internos particulares resultam em estímulos externos particulares.

Imagine que você acabou de discutir feio com seu namorado. O algoritmo responsável pelo sistema de áudio vai identificar imediatamente sua luta emocional interna e, baseado no que ele sabe sobre você e sobre a psicologia humana em geral, tocará músicas personalizadas para ressoar com sua melancolia e ecoar seu sofrimento. Essas músicas particulares poderão não funcionar bem com outras pessoas, mas são perfeitas para seu tipo de personalidade. Depois de dar-lhe uma ajuda para enfrentar as profundezas de sua tristeza, o algoritmo tocaria a única música no mundo que poderia ser capaz de fazer com que você se sentisse melhor - talvez porque seu subconsciente a conecte com uma lembrança feliz de sua infância, de cuja existência nem você tinha consciência. Nenhum DJ humano poderia se equiparar às habilidades de uma IA como essa.

Você pode argumentar que uma IA mataria a magia do acaso e nos trancaria dentro de um casulo musical estreito, trançado pelas curtidas e não curtidas anteriores. 

Nesse cenário, como explorar estilos e gostos musicais genuinamente novos? Sem problema. Pode-se ajustar facilmente o algoritmo para fazer 5% das recomendações de forma completamente aleatória, selecionando inesperadamente uma gravação de um conjunto indonésio, uma ópera de Rossini ou o último "narcocorrido" mexicano. Ao longo do tempo, por monitorar suas reações, a IA poderia determinar o nível ideal de aleatoriedade que otimizará a exploração, evitando a chatice, talvez baixando o nível de acaso a 3% ou aumentando-o para 8%.

Outra objeção possível é que não está claro como o algoritmo poderia estabelecer o próprio objetivo emocional. Se você acabou de brigar com seu namorado, o algoritmo deve visar a deixá-la triste ou feliz? Ele seguiria cegamente uma escala rígida de emoções "boas" e "ruins"? Talvez existam momentos na vida em que é bom sentir-se triste? Com certeza, a mesma pergunta poderia ser direcionada a músicos e DJs. Mas, no caso do algoritmo, há muitas soluções interessantes para esse quebra-cabeça.

Uma opção é simplesmente deixar essa decisão para o cliente. Você pode avaliar suas emoções da maneira que quiser, e o algoritmo obedecerá a seus comandos. Independentemente de você querer chafurdar na miséria ou pular de alegria, o algoritmo seguirá você, sem erros. De fato, o algoritmo poderia aprender a reconhecer seus desejos mesmo que você não esteja sequer consciente deles.

Outra possibilidade, para aqueles que não confiam em si mesmos, seria instruir o algoritmo a seguir recomendação de qualquer psicólogo de sua confiança. Se seu namorado eventualmente se separar de você, o algoritmo pode guiá-lo pelos cinco estágios do luto: primeiro ajudando a negar o que aconteceu com Don't Worry Be Happy, de Bobby McFerrin; depois aumentando sua raiva com You Oughta Know, de Alanis Morissette; encorajando-a a negociar com você mesma com Ne Me Quitte Pas, de Jacques Brel, e Come Back and Stay, de Paul Young; ou guiando-a pelo buraco da depressão com Someone Like You e Hello, de Adele; e finalmente ajudando-a a aceitar a situação com I Will Survive, de Gloria Gaynor, e Everything's Gonna Be Alright, de Bob Marley.

O próximo passo é o algoritmo começar a ajustar músicas e melodias, adaptando-as ligeiramente, de acordo com as peculiaridades do ouvinte. Talvez você não goste de um trecho em particular de uma canção excelente. O algoritmo sabe disso porque seu coração pula uma batida e seu nível de oxitocina baixa quando você escuta essa parte. O algoritmo poderia então reescrever ou cortar a passagem ofensiva.

A ideia de computadores comporem música não é nova. David Cope, um professor de musicologia da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, criou um programa de computador chamado EMI (na sigla em inglês, Experimentos com Inteligência Musical), especializado em imitar o estilo de Johann Sebastian Bach. Numa apresentação pública realizada na Universidade de Oregon, uma audiência de alunos e professores universitários avaliou três peças - uma autêntica de Bach, outra produzida pela EMI e uma terceira composta por um professor local de musicologia, Steve Larson. No final, foi solicitado ao público que identificasse quem havia composto cada uma das peças. O resultado? A audiência achou que a peça do EMI era de Bach, a de Bach tinha sido composta por Larson e a de Larson, pelo computador.

Com o tempo, algoritmos poderão aprender a compor músicas inteiras, usando as emoções humanas como se fossem um piano. Com seus dados biométricos pessoais, os algoritmos poderiam até produzir melodias personalizadas, que apenas você apreciaria.

É comum ouvir que as pessoas se conectam com a arte porque se identificam com ela. Algo que levará a resultados surpreendentes, e um pouco sinistros, se e quando o Facebook começar a criar artes personalizadas de acordo com o que seu sistema sabe sobre você. Se seu namorado a deixasse, o Facebook a presentearia com um novo hit, exatamente sobre o babaca, em vez de uma canção qualquer de Adele ou de Alanis Morissette - tornando a arte uma extravagância narcisista.

Contudo, existe também a possibilidade de que, com bases biométricas gigantescas recolhidas de milhões de pessoas, o algoritmo possa ainda produzir um hit global que deixaria todo mundo dançando loucamente nas pistas. Se arte é realmente sobre inspirar (ou manipular) emoções humanas, poucos humanos, ou nenhum, teriam a chance de competir com um algoritmo assim, uma vez que não possuímos a mesma capacidade de entender e analisar o principal instrumento que eles estão tocando: o sistema bioquímico do homem. 

Isso originaria uma obra-prima? Depende da definição que se tem de arte. Se a beleza está de fato nos ouvidos do ouvinte, e se o cliente tem sempre razão, então algoritmos têm chance de produzir a melhor arte da história. Se arte é sobre algo mais profundo que emoções humanas, e deva expressar uma verdade que vai além de nossas vibrações bioquímicas, algoritmos talvez não se tornem grandes artistas. Nem a maioria dos humanos. Para entrarem no mercado da arte, algoritmos não precisam começar superando Beethoven logo de cara. Se eles superarem Justin Bieber, já será o suficiente.

Thiago Braga falou

O mais novo contratado do América deu entrevista à assessoria do clube. O goleiro falou sobre a expectativa de vestir a camisa do Mecão:

"Estou muito feliz em ter acertado com o América. Chego com o intuito de trabalhar bastante. É muito gratificante pra mim estar num clube de camisa, de torcida tão grande, tão bonita. E eu espero que 2018 a gente possa alcançar os nossos objetivos unindo forças de diretoria, de comissão técnica, de jogadores e torcida para que seja um ano especial para o América e que seja especial pra mim também. (...) Claro que eu estou preparado com a pressão. Nós, atletas de futebol, convivemos com a pressão diariamente. Nós estamos expostos a mídia, opinião pública. Então isso é fato. A gente está convivendo com isso diariamente. E quanto aos objetivos de 2018, a gente vai procurar trabalhar bastante, unir força diretoria, comissão técnica, jogadores, torcida, e, se Deus quiser, vai dar tudo certo e a gente vai alcançá-los."

Série B 17: Ceará x Figueirense às 20h30

Local: Arena Castelão (transmissão ao vivo para todo o Brasil, exceto Ceará, pela Sportv)

Ceará (4-4-2): Everson, Richardson, Rafael Pereira, Luiz Otávio, Romário; Raul, Pedro Ken, Ricardinho, Leandro Carvalho; Lima, Elton. Técnico: Marcelo Chamusca.

Figueirense (4-4-2): Saulo, Ferrugem, Renan Mota, Leandro Almeida, Ferreira; João Lucas, Zé Antonio, Dudu Vieira, Marco Antonio; André Luís, Jorge Henrique. Técnico: Milton Cruz.

Árbitro: Alisson Sidnei Furtado (TO)
Assistentes: Fábio Pereira (TO) e Samuel Smith Nóbrega Silva (TO)

Destaques do Ceará
Leandro Carvalho - bom na movimentação e na finalização.
Elton - atacante que não perdoa.

Destaques do Figueirense
Marco Antonio - bom na movimentação.
Jorge Henrique - experiente.

Prognóstico: o Ceará (3.º) segue firme e forte rumo ao acesso. O Figueirense (15.º) tenta um milagre. Vitória do Ceará.

Série B 17: Náutico x ABC às 19h30

Local: Estádio Luiz Lacerda

Náutico (4-4-2): Jefferson, Sueliton, Feliphe Gabriel, Aislan, Manoel; Amaral, Diego Miranda, Cal Rodrigues, Giovanni; Bruno Mota, Rafinha. Técnico: Roberto Fernandes.

ABC (4-5-1): Edson, Arez, Danrlei, Tonhão, Eltinho; Anderson Pedra, Felipe Guedes, Victor Júnior, Berguinho, Fessin; Mateus. Técnico: Ranielle Ribeiro.

Árbitro: Daniel Nobre Bins (RS)
Assistentes: Lúcio Beiersdorf Flor (RS) e Leirson Peng Martins (RS)

Destaques do Náutico
Giovanni - bom na movimentação e na finalização.
Rafinha - bom na movimentação e na finalização.

Destaques do ABC
Fessin - bom na movimentação.
Mateus - bom na movimentação e na finalização.

Prognóstico: o Náutico (19.º) conta com a força de sua torcida para superar a motivação de um novo técnico no ABC (20.º). Vitória do Náutico.

Série B 17: CRB x Boa às 19h30

Local: Estádio Rei Pelé

CRB (4-4-2): Edson Kölln, Edson Ratinho, Flávio Boaventura, Adalberto, Diego; Olívio, Danilo Pires, Adriano, Chico; Tony, Zé Carlos. Técnico: Mazola Júnior.

Boa (4-3-3): Fabrício, Ruan, Caíque, Douglas Assis, Paulinho; Escobar, Diones, Fellipe Mateus; Thaciano, Reis, Wesley. Técnico: Nedo Xavier. 

Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: João Luiz Coelho de Albuquerque (RJ) e Diogo Carvalho Silva (RJ)

Destaques do CRB
Chico - bom na movimentação e na finalização.
Zé Carlos - atacante que não perdoa.

Destaques do Boa
Escobar - bom na marcação e no apoio ofensivo.
Fellipe Mateus - bom na movimentação e na finalização.

Prognóstico: o CRB (14.º) conta com a sua torcida para superar os contra-ataques do Boa (13.º). Vitória do Boa.

Série B 17: Guarani x Juventude às 18h15

Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa (transmissão ao vivo para todo o Brasil, exceto São Paulo, pela Sportv)

Guarani (4-4-2): Leandro Santos, Lenon, Ewerton Páscoa, Diego Jussani, Salomão; Baraka, Betinho, Richarlyson, Fumagalli; Bruno Nazário, Caíque. Técnico: Lisca.

Juventude (4-3-3): Matheus Cavichioli, Tinga, Domingues, Micael, Bruno Collaço; Lucas, Fahel, Bruninho; Wesley Natã, Yago, Tiago Marques. Técnico: Gilmar Dal Pozzo.

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: José Reinaldo Nascimento Júnior (DF) e Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)

Destaques do Guarani
Richarlyson - experiente.
Fumagalli - experiente.

Destaques do Juventude
Matheus Cavichioli - seguro.
Tiago Marques - atacante que não perdoa.

Prognóstico: o Guarani (16.º) não terá vida fácil ante a retranca do Juventude (7.º). Vitória do Juventude.

Manchetes do dia (20/10)

Manchete do bem: Prefeitura inicia cadastro de ambulantes.

Outras: Madri deve suspender autonomia da Catalunha, Polícia Federal aponta 43 chamadas de WhatsApp entre Aécio e Gilmar e Organização Internacional do Trabalho condena as novas normas sobre trabalho escravo no país.

Bom dia a todos!

Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Inocência

Às vezes custo a acreditar na inocência dos dirigentes do futebol potiguar. Olhando a mais nova polêmica que envolve o ABC, o caso do jogador Matheus, a impressão que tenho é que a direção alvinegra anda no mundo da lua. 

Se é certo que a fase horrorosa deve mesmo ser utilizada para dar espaço aos talentos da base, é absolutamente assustador que o clube entenda que certos garotos podem disputar a Série B sem um contrato profissional, que nem deve ter custo muito elevado quando fechado antes do garoto entrar em campo. 

Ora, até com contrato há casos em que a renovação é extremamente dificultada quando o jovem começa a despontar no futebol profissional, mesmo que entrando aqui e ali. No caso do jogador Matheus, o menino mostrou potencial em duas partidas sem que o clube tivesse se dado ao trabalho de movê-lo da categoria amadora para a profissional . Agora, depois de Inês morta, o presidente Judas Tadeu afirma que ele só volta a campo se assinar contrato profissional porque não daria vitrine a jogador de empresário (como se todos não o fossem...). Se o menino se destacou, não há mais que se falar em vitrine quando o interesse de outros clubes já existe. 

Posso estar enganada, mas me parece que a inocência de quem define a subida de jogadores da base do ABC para o profissional (ou de quem decide os contratos) deixou o clube a ver navios. E tome prejuízo!

A tempo

Daqui a 11 dias  o técnico americano Leandro Campos chega a Natal para ultimar os preparativos da pré-temporada 18. E segundo a tabela da 2.ª Divisão do Potiguar 17, o treinador chegará por aqui com bastante tempo para acompanhar o adversário do Mecão na estreia do Potiguar 18, que será o clube que conquistar o acesso na competição que reúne Atlético, Força e Luz, Mossoró, Palmeira e Visão Celeste.

A 2.ª Divisão terá 10 rodadas e Leandro estará em Natal bem antes da 3.ª rodada. Isto significa que o técnico americano, além de observar possíveis reforços, ainda terá um retrato bem fiel do primeiro adversário na luta para reconquistar a hegemonia no Rio Grande do Norte.

É bom lembrar que Leandro Campos reclamou muito de não conhecer a Juazeirense na Série D 17. Ou seja, um problema a menos para a estreia do América.

A tabela e a transmissão do Potiguar 18

O América divulgou que o Esporte Interativo vai transmitir um único jogo da primeira rodada do Potiguar 18, que será também o único a ocorrer no sábado, 13 de janeiro. Os outros jogos vão acontecer no domingo, 14. Esse jogo inicial ainda será definido junto com a emissora, mas se o padrão deste ano for mantido, o jogo do sábado será o do América na Arena das Dunas.

Além disso, o clube também divulgou a tabela básica da competição, que segue abaixo:

1.ª rodada
América x Campeão da 2.ª Divisão
Globo x Baraúnas
Potiguar x ASSU
Santa Cruz x ABC

2.ª rodada
ABC x Potiguar
ASSU x Santa Cruz
 Baraúnas x América
Campeão da 2.ª Divisão x Globo

3.ª rodada
América x Santa Cruz
Baraúnas x ASSU
Campeão da 2.ª Divisão x ABC
Globo x Potiguar

4.ª rodada
América x ABC
Globo x ASSU
Potiguar x Baraúnas
Santa Cruz x Campeão da 2.ª Divisão

5.ª rodada
ABC x Globo
ASSU x América
Potiguar x Campeão da 2.ª Divisão
Santa Cruz x Baraúnas

6.ª rodada
América x Potiguar
ASSU x Campeão da 2.ª Divisão
Baraúnas x ABC
Santa Cruz x Globo

7.ª rodada
ABC x ASSU
América x Globo
Campeão da 2.ª Divisão x Baraúnas
Potiguar x Santa Cruz

8.ª rodada
ABC x Santa Cruz
ASSU x Potiguar
Baraúnas x Globo
Campeão da 2.ª Divisão x América

9.ª rodada
América x Baraúnas
Globo x Campeão 2.ª Divisão
Potiguar x ABC
Santa Cruz x ASSU

10.ª rodada
ABC x América
ASSU x Globo
Baraúnas x Potiguar
Campeão da 2.ª Divisão x Santa Cruz

11.ª rodada
ABC x Campeão da 2.ª Divisão
ASSU x Baraúnas
Potiguar x Globo
Santa Cruz x América

12.ª rodada
América x ASSU
Baraúnas x Santa Cruz
Campeão da 2.ª Divisão x Potiguar
Globo x ABC

13.ª rodada
ABC x Baraúnas
Campeão da 2.ª Divisão x ASSU
Globo x Santa Cruz
Potiguar x América

14.ª rodada
ASSU x ABC
Baraúnas x Campeão da 2.ª Divisão
Globo x América
Santa Cruz x Potiguar