domingo, 10 de maio de 2026

Entre mortos e feridos

Não consegui ver tudo de Maguary 0x0 América, mas o pouco que vi foi de lascar. Um campo que mais parecia um charco exigia um pouco mais de imposição física ou muita esperteza do ataque americano. Não dava para esperar nem um coisa, nem outra com Wellington Tanque e Luiz Thiago.

Luiz Thiago saiu, Cassiano e Mateus Régis deram equilíbrio ao jogo mesmo o América já com um a menos e eu tive a esperança de que alguém soprasse no ouvido de Ranielle Ribeiro que o jogo estava exigindo um zagueiro no ataque, no lugar do absolutamente ineficiente Wellington Tanque. Pelo menos de cabeça, o América dominaria o jogo por ali. Ninguém soprou. Ranielle colocou Paulinho, de pouca estatura que, no primeiro lance, meteu a mão na cara do adversário e ainda foi reclamar que estava disputando a bola. Vejam a irresponsabilidade do atacante: o América já estava com um a menos pela expulsão de Lucas Rodrigues, outro que anda perdido de uns jogos para cá. 

Pelo menos, não precisamos sofrer com Alisson Taddei. Nem sei se estava no banco. Teria afundado ainda mais o América com seu jogo egoísta. 

Destaco do que vi, Copetti e Galvan.

Enfim, com dois a menos num charco, foi um super resultado o empate contra o Maguary. 

Mas eu sigo alertando aqui, jogo após jogo: ou o América se reforça de verdade no meio e no ataque principalmente, ou vamos viver à espera de um milagre nas fases eliminatórias. Que o pessoal da SAF entenda que uma única peça pode ser determinante e aja enquanto há tempo.

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