Leonardo Bezerra, que pelo andar da carruagem deve ser aclamado presidente do América em 2/10, revelou no Twitter o perfil que ele quer para o novo técnico do clube.
Segundo ele, o novo técnico tem que conhecer o mercado de onde o clube poderá contratar jogadores, conhecer o Nordeste e os campeonatos que serão disputados pelo Orgulho do RN em 2020 (Campeonato Potiguar, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro).
Além disso, Leonardo também revelou que quer um técnico que tenha sido campeão estadual e avançado em fases tanto da Copa do Brasil como da Copa do Nordeste nos últimos anos.
Esse perfil todo surgiu porque Ludson Pinheiro perguntou se o técnico Flávio Araújo poderia ser técnico do América na gestão de Leonardo, ao que ele respondeu que sim.
Além de Flávio, quem mais preenche os requisitos? Façam suas apostas acerca do nome que será confirmado, segundo o próprio Leonardo Bezerra, um dia após a confirmação de seu nome como novo presidente do clube.
O Governo do RN manifestou-se ontem a respeito da troca do Proadi pelo Proedi, conforme texto abaixo.
"Sobre a posição dos prefeitos relacionada à vigência do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proedi), a Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) esclarece que o sistema anterior da política industrial, conhecido como PROADI, que previa ‘benefícios financeiros’, era baseado em uma receita tributária fictícia.
Isso não só ocasionava distorções nos repasses do Estado como também impedia a expansão da política de incentivos para indústria. Em seguidas missões realizadas ao RN, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) recomendou que o Estado abandonasse o modelo de benefício financeiro utilizado até então.
Há anos, os estados vizinhos que adotavam modelos de incentivo similares tiveram de substituí-los por um sistema de benefícios fiscais, através da concessão de crédito presumido de ICMS, melhorando consideravelmente as condições tributárias para as indústrias ali instaladas. Isso não só deu aos parques industriais dos respectivos estados vizinhos uma maior competitividade, como também aumentou o assédio para que as empresas locais migrassem para tais estados.
O resultado dessa disparidade pode ser percebido ao analisar o número de empregos gerado pelas empresas do PROADI, que caiu dos 45.850 em 2012 para 23.105 no ano passado.
A mudança adotada partiu de uma ampla discussão pública, parlamentar e, principalmente, com o setor produtivo – a parte mais interessada - e tem a finalidade de igualar as condições tributárias de competitividade das empresas com a dos estados vizinhos, e garantir a geração de empregos no setor industrial do Rio Grande do Norte.
Sobre as supostas perdas dos municípios, vale salientar que estudos realizados pelo governo demonstram que um crescimento normal na economia seria suficiente para cobri-las, e que os empregos gerados pelo programa beneficiam diretamente a economia dos municípios onde as empresas estão instaladas."
Graças ao trabalho incansável do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, o incêndio que atingiu a região na última semana foi controlado.
Obras do Governo Cidadão são avaliadas positivamente pelo Banco Mundial
Estão sendo vistoriados projetos nas áreas de agricultura, que caminham junto com segurança hídrica, saúde, educação, gestão pública, saneamento, turismo e estradas.
A manchete do bem: Rússia ratifica Acordo de Paris e 74 países elevam suas metas.
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Bom dia, minha gente!
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Não sei se por que não é de hoje que vejo as coisas do América envolverem uma certa desorganização em eventos, mas não nutria muita esperança de algo diferente na inauguração da Arena América.
Cheguei cedo e parti para o portão de entrada do CT para estacionar o carro. Estacionamento seguro e organizado, muito melhor do que o do Barretão, por exemplo, Só que não era lá o local onde eu deveria estacionar o carro. Voltei por uma outra rua para acessar a Arena pelo portão destinado a quem ficou na estrutura provisória de camarotes e imprensa.
Nesse caminho, vi que um novo portão foi implantado para acesso da torcida até as entradas da etapa construída. Muitos ambulantes do lado de fora já demonstravam que a entrada era ali.
Ao entrar com o carro pelo portão correto, um impacto. Como a Arena é bonita de perto! De tudo que vi e ouvi, sejam coisas positivas, sejam coisas negativas, nada me preparou para aquela visão. Parei para tirar uma foto, mas ela não fazia jus ao que meus olhos viam. Segui orgulhosa até o ponto onde deixaria o carro.
A estrutura provisória me surpreendeu também. Para onde olhávamos havia fiscais para controle de acesso, muitos já acostumados com o trabalho na Arena das Dunas, pelo que soube depois. Todos com quem conversei eram muito atenciosos.
Cheguei cedo, mas toda a estrutura para a transmissão da TV Mecão já estava pronta. Apesar de ficarmos no lado do sol, ele só viria a incomodar no 2.° tempo da partida, mas ninguém sentiu calor porque o vento forte e constante não deixava.
Ante a incerteza sobre comida, preferi cruzar o campo para comer algo na área de alimentação disponível na estrutura pronta. O churrasquinho era uma delícia. Havia Loucos por Coxinha e Massa Fina também, embora esta ainda estivesse se instalando quando eu estava por lá. O ponto negativo é que nenhum dos pontos de bar tinha uma única lata de refrigerante zero, algo abominável para quem precisa ter algum controle do açúcar e quer algo diferente de água para acompanhar um churrasquinho. Terminei comprando uma lata de cerveja - imaginem - para combinar sem mexer com o açúcar. No caso da cerveja, havia escolha: Itaipava ou Devassa.
Quem eu encontrei nesse caminho expressava a alegria em ver a inauguração da Arena. Depois de um bom papo, quando quis voltar, meu acesso havia sido fechado. Vixe, eu não estava com a pulseira que dava acesso ao outro lado. Depois de rodar por algumas portas e escadas, encontrei uma em que o fiscal confiou em mim para me deixar passar para o outro lado. Ufa!
Ao chegar do outro lado, soube que as pulseiras e lanches ficaram disponíveis assim que saí. Ainda assim não me arrependi do meu passeio. Terminado o lanche, descobri o primeiro ponto a ser melhorado: não havia lixeira do lado da imprensa e isso me incomodou sobremaneira. Não poderia deixar o lixo em qualquer lugar com um ventão daquele e nem tinha bolso suficiente para uma lata! Na hora de tomar água, os copos também não tinham um local que os impedisse de voar com aquele vento todo. E, obviamente, à medida que a embalagem foi sendo esvaziada, a perda de peso a deixou sem resistência ao vento. Praticamente quem não agarrou seu copo até o final - coisa que eu fiz - dançou.
No momento oficial, a alegria de acompanhar a inauguração de um estádio, coisa que nunca havia feito. Os discursos, o descerramento da placa, os hinos. E um jogão: Amigos de Moura x Amigos de Souza. Bases das conquistas da Copa do Nordeste de 1998 e do acesso à Série A em 2006, porém com muita gente de outras épocas também desfilando talento.
E o pessoal levou à sério a partida com 2 tempos de 30 minutos. Fabiano Paredão, por exemplo, entregou 5 defesas de levantar a galera, a maioria impedindo Max de marcar. Nem parecia que não jogava mais há um bom tempo.
Estava ali também a maior dupla de zaga que o RN já viu: Carlos Mota e Gito. O maior camisa 8 que já vi jogar por aqui, um tal de Carioca. Outros tantos que vi: Walber, Júlio Terceiro, Robson, Robson Mattis, Célio, Rogerinho, Helinho, Leandro Sena, Naldo, Sérvulo, Goeber.
Não houve gol dos anfitriões Moura e Souza, ambos jogando no sacrifício por contusão. E o primeiro gol da Arena coube a Bebeto, que confundimos com Oliveira na hora da transmissão, já que as escalações chegaram truncadas, sem os apelidos e sem a numeração, o que não tira o mérito de seu feito, marcado na história.
O jogo seguiu com talento para dar e vender. Ainda tivemos um golaço de Walber, outro de Naldo e um de cabeça do Cabo Gito, como Hélio Câmara gostava de dizer, e um gol de Goeber. O placar de 3x2 favoreceu o time de 2006, mas o espetáculo não será esquecido.
Antes e depois dos eventos principais, muita música com o DJ PL e a banda Gota Elétrica.
O pôr do sol na volta a Natal fechou de cadeado um dia histórico para o América e o RN.
Por tudo que vi, agora a pressão sobe para ampliação e até mesmo o devido encerramento dessa primeira etapa, como a instalação de iluminação para permitir jogos num horário mais adequado para transmissão. Afinal, a Arena América chegou chegando como mais um acréscimo patrimonial do Orgulho do RN. E quando um sonho fica mais palpável, não há quem resista ao seu chamado.
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