Foi um aniversário que me apresentou a O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe. Como nunca lera qualquer coisa a respeito da obra, não sabia exatamente o que esperar, embora fosse recomendado por minha Carol, também com gosto para leitura.
O livro ainda tem um prefácio que também não o representa adequadamente. Nem mesmo a sinopse.
Valter Hugo Mãe escreveu com seus personagens meio marginais sobre a necessidade de pertencimento tão própria dos seres humanos. Numa espécie de paráfrase, somos metade até pertencemos a um todo, quando então passamos a ser muito mais do que inteiros.
A leitura que começou com grande agonia pelo jeito propositadamente errado do autor ("a" Isaura, "o" Crisóstomo, precisa de perder... e por aí vai), logo, logo virou naturalidade com a realidade apresentada.
A desgraça que recai sobre os personagens termina virando oportunidade de felicidade quando se encontra o pertencimento.
É um bom resgate para os dias atuais.

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