segunda-feira, 26 de abril de 2021

Manchetes do dia (26/4)

A manchete do bem: Vacinas derrotam coronavírus, mas sucesso depende de restrições, apontam estudos.

As outras: 'Nomadland' é o grande vencedor do Oscar 2021, sem Chadwick Boseman, Justiça trabalhista rastreia celular e redes sociais contra falsos depoimentos em ações e Países iniciam corrida para descarbonização após Cúpula do Clima.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/26)

The headline for good: E.U. set to let vaccinated U.S. tourists visit this summer.

The others: Michigan's Covid wards are fillimg up with younger patients, Fire at Baghdad hospital packed with Covid patients kills at least 82, and Millions are skipping their second doses of Covid vaccines.

Good morning.

Source: The New York Times

domingo, 25 de abril de 2021

Luciano Mancha

Com a saída de Fabiano Melo, quem vem logo à cabeça da torcida americana para ser gerente executivo é Luciano Mancha, que esteve no América entre 2019 e 2020. 

Recebi mensagem agora há pouco de um torcedor que entrou em contato com ele. A informação é de que Luciano está morando em Natal atualmente. Ou seja, o América tem a faca e o queijo na mão. Só não corta se não quiser.

Filmaço!



Uma rara conjunção de direção, atores e roteiro em perfeita harmonia. Eis a melhor definição de Os 7 de Chicago, produção da Netflix com pinta de favorita ao Oscar de Melhor Filme mais tarde. 

E é mesmo um filmaço! Os fatos reais são apresentados sem nenhum tom pedagógico, mas nem por isso quem assiste ao filme se perde tentando capturar detalhes e juntar tomé e bebé.

Com atores escolhidos a dedo, somos apresentados ao julgamento de 8 homens por um protesto pacífico contra a Guerra do Vietnã que terminou em confronto com a polícia. 

Tudo que já se viu em filmes americanos de julgamento está lá: sistema pendendo para um lado, jui autoritário, humilhações, reviravoltas, crises de consciência - outras nem tanto. E tudo isso é contado maravilhosamente intercalado com flashbacks e até com flahsforwards (para o futuro).

O filme é tão bom que poderia tranquilamente ter virado uma série e todo mundo iria maratonar para saber o desenrolar da história, mesmo sendo baseado em fatos reais e todo mundo já sabendo o fim da história.

Se não viu, corra para assistir antes da premiação do Oscar. Se ele ganhar, você vai saber que foi muito merecido. Se não ganhar, você vai saber que o filme que o derrotou só pode mesmo ser uma obra prima.

Podcast: Exagero?

O temor de smartphones não seria uma repetição do temor da TV e do rádio?









Listen to "Exagero? - Só Futebol? Não! com Raissa" on Spreaker.

Podcast: Vá entender

As últimas do futebol do RN. 









Listen to "Vá entender - Só Futebol? Não! com Raissa" on Spreaker.

Manchetes do dia (25/4)

A manchete do bem: CPI da Covid quer investigar CFM e planos de saúde por 'tratamento precoce'.

As outras: Fenômeno dos anos Lula, classe C afunda aos milhões e cai na miséria, Hábitos de ricos na pandemia deixam bilionários ainda mais bilionários e Horta gigante complementa refeição de 800 famílias em favela do Rio na pandemia.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/25)

The headline for good: English soccer announces social media boycott to protest online abuse.

The others: As Covid-19 devastates India, deaths go undercounted, U.S. is under pressure to release vaccine supplies as India faces deadly surge, and In Poland, an L.G.B.T.Q. migration as homophobia deepens.

Good morning.

Source: The New York Times

sábado, 24 de abril de 2021

Papai Noel como você nunca viu



Com o Oscar chegando amanhã, aproveitei para repassar os indicados que estavam na minha lista na Netflix. Terminei assistindo a um que ficou esquecido desde o Oscar anterior, Klaus.

Para quem não sabe, Klaus é o "nome" do Papai Noel. Dizem que vem de São Nicolau. Mas isso não importa muito para a estória contado na animação da Netflix. Nela, um playboy recebe como punição do pai montar um posto de correio num lugar bem isolado do mundo.

Nesse lugar, a vida não é nada fácil, especialmente para um carteiro, o que o playboy Jesper descobre desde que põe os pés lá.

Mais do que isso não posso contar porque estragaria a bela surpresa que é o desenrolar dessa estória que deve agradar crianças, mas é certeira no tom leve e ao mesmo profundo para pessoas adultas. 

Chatinho, mas compensa



Sim, Mank, da Netflix, não tem um começo muito promissor. Contado de forma não linear, em preto e branco e com som lembrando o som dos filmes da época de ouro de Hollywood. Para completar, diálogos longos, quase monólogos, com um inglês também da época.

Só que temos Gary Oldman no papel do cara que escreveu o roteiro daquele que é considerado o melhor filme de todos os tempos, Citizen Kane (Cidadão Kane), de 1941, e que precisou lutar para ter o devido crédito por ele. 

O filme melhora muito após uns 40 minutos. Todas as atuações agradam. A trilha é uma delícia para quem gosta de jazz. E ainda há uma discussão política e de consciência que parece retirada dos dias atuais (ah, se todo mundo se ligasse mais nas aulas de História...).

Mank está indicado ao Oscar de melhor filme e de melhor ator (Gary Oldman).