Como fui ver o jogo na casa de uma família amiga, não pude ver alguns detalhes, como o tempo de jogo. Mas sei que não fazia nem 5 minutos de jogo e o Retrô já havia chutado umas 3 vezes a gol, uma dessas sendo salva por Renan.
O Retrô, inclusive, deixou a impressão de ser bem melhor do que o América e seu ataque com Gustavo Henrique e sua zaga com Alan.
Houve pênalti para lá e pênalti para cá não marcados. Arbitragem fraquinha, diga-se de passagem.
A irritação minha - que já foi enorme com a quantidade de passes errados, especialmente os que saíam pela lateral - poderia ter sido muito pior. Afinal, ter um jogo decisivo com o placar aberto pelo adversário porque o zagueiro que eu passei o torneio local inteiro criticando fez exatamente o que se esperava dele - dominar mal e não derrubar o jogador que se livrou dele com extrema facilidade - seria requinte de crueldade se o jogo terminasse por aí.
Alan joga como quem tem 300 mil jogadores em sua cobertura, algo inadmissível em sua posição. Mas parece que isso é vantagem no América.
Mas voltando ao jogo, parece que o América de Marquinhos Santos agora só joga se estiver com a faca nos dentes. Se isso for mesmo verdade, não há com que se preocupar para o jogo da volta, já que o América precisa vencer para se classificar para a próxima fase. Se perder, tchau e bênção.
O problema é se isso não for verdade. Hoje, por exemplo, o gol de empate saiu num lance de escanteio que Rafael Jansen errou o domínio e o adversário, ao tentar chutar para longe, acerta-lhe o peito e a bola reboteada segue para o gol.
De todo jeito, poderia ser pior. Ainda bem que não foi.
Ontem o América encerrou a fase de grupo do estadual com 6 vitórias em 6 partidas ao vencer o Cadet Futsal por 4x0, gols de Neto Lira, Beto, Thierry e Anderson Tangará.
Imagem: João Gabriel/América FC
Imagem: João Gabriel/América FC
Agora o foco da semana passa a ser a viagem na madrugada de domingo para Mato Grosso, onde o Mecão terá a primeira partida das oitavas de final do Campeonato Brasileiro no dia 30, terça-feira, o Sapezal Futsal.
Já garantido nas quartas de final do estadual e com jogo do Campeonato Brasileiro no Mato Grosso marcado para o dia 30, o América encerra sua participação na fase de grupo da competição do RN contra o Cadet Futsal nesta quinta-feira, às 20h, no ginásio Nélio Dias.
O objetivo é manter os 100% e para ter o apoio maciço da torcida, o América está vendendo ingresso a R$ 5 para quem é sócio torcedor do clube. Para o restante, R$ 20/inteira e R$ 10/meia.
Num dia desses, estava sentada numa praça com total disposição para mergulhar na leitura do último livro de um box de 4 sobre a Primeira Guerra Mundial. Tem sido raro encontrar um momento de tranquilidade para leitura. Aproveitei então que iria esperar Janaina terminar uma aula e me joguei na obra.
Estava tão concentrada que demorei a lembrar que estava numa praça com árvores e areia e, como boa moradora do Mirassol, sei bem que isso significa encontrar receber algumas visitas inusitadas, como formigas, joaninhas, passarinhos e até gatinhos.
Quando finalmente levantei os olhos do livro para dar uma geral ao meu redor, dei de cara com uma aranha enorme já a uns dois passos de mim.
Ciente de que eu é que estava no espaço errado, troquei de banco e tirei a foto e e registrei o vídeo abaixo para marcar o momento.
Ela então seguiu seu caminho, andou pacientemente até uma parte já bem distante e no sol e eu voltei para a minha leitura, agora em outro banco.
Mais à frente, lembrei de novo de conferir os arredores, até para saber se não havia alguma outra surpresa e eis que vejo de novo a aranha. Dessa vez, ela voltava, mas, de novo, vinha na direção do banco em que eu estava.
Voltei ao banco inicial e me pus a registrar aquela aranha que insistia em fazer amizade comigo.
Fiquei de olho na danada. Ela parou num pé de uma árvore e não tinha quem dissesse que havia uma aranha ali. Parecia umas folhas caídas. Infelizmente a câmara do meu celular não tinha os ajustes para permitir uma foto adequada.
Ela ainda se dirigiu para uma parte abaixo da calçada e praticamente "deu ré" para "estacionar". Ela ficou tanto tempo parada ali que desisti dela e voltei ao livro. Quando olhei novamente, sumiço! Para onde ela fora?
Um dia depois reconheci a aranha numa foto tirada de uma parede de uma casa ali. Foi fazer novas amizades. Soube que aparece de vez em quando. São as vantagens e também desvantagens de viver perto de uma área de natureza.
Pelo menos a amiga aranha me ensinou a reconhecer suas pegadas na areia, muito parecidas com as de um passarinho, mas mais desordenadas (são muitas patas, né?). Tanto foi assim que hoje voltei à praça e já reconheci parte de suas pegadas por lá. Deve ter mudado o horário do passeio. Quem fez sala para mim foi a amiga lagarta E olhe que ela até tentou subir no meu pé.