quinta-feira, 8 de abril de 2021

Manchetes do dia (8/4)

A manchete do bem: ONGs, empresas e sociedade se unem contra fome na pandemia.

As outras: Brasil tem mais de mil cidades com problemas no estoque de oxigênio, Anvisa pede alteração em bula da vacina de Oxford para citar coágulo como 'muito raro' e Seara demite funcionário que postou comentário racista contra João Luiz.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/8)

The headline for good: Biden's tax plan aims to raise $2.5 trillion and end-profit shifting.

The others: AstraZeneca vaccine faces new setbacks in U.K. and European Union, A tiny particle's wobble could upend known laws of physics, and $2.1 billion for undocumented workers signals New York's progressive shift.

Good morning.

Source: The New York Times

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Manchetes do dia (7/4)

A manchete do bem: Coronavac é efetiva contra variante de Manaus, mostra estudo.

As outras: Bolsonaro ignora 4.000 mortes, ironiza título de genocida e critica medidas restritivas, Hospitais das Forças Armadas reservam vagas para militares e deixam até 85% de leitos ociosos e Brasil deve considerar seriamente fazer lockdown, diz Anthony Fauci.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/7)

The headline for good: Iran and U.S. agree on path back to nuclear deal.

The others: California plans to lift virus restrictions in June if certain benchmarks are met, New York reaches deal on $212 billion budget to jump-start recovery, and Biden moves up vaccine eligibility deadline for all adults to April 19.

Good morning.

Source: The New York Times

terça-feira, 6 de abril de 2021

Tiroteio

No mais novo tiroteio no América entre presidente do Conselho Deliberativo e presidente do clube (perdi as contas de quanto aconteceram nas últimas décadas), o ex-presidente Leonardo Bezerra acabou de publicar no Twitter mensagem de apoio a Ricardo Valério.



Inevitável

Escolher Direito para ser a minha formação foi algo que se encaminhou naturalmente. Desde criança, nunca suportei assistir a qualquer ato de injustiça sem me sentir atingida fortemente, ainda que aquilo não fosse a mim dirigido. O passar dos anos não amenizou o sentimento. Pelo contrário. A experiência me acrescentou muito conhecimento e isso desenvolveu sobremaneira a empatia. 

Como toda pessoa que nasceu e foi criada neste país até o Século XX, eu cresci em ambiente racista, misógino, homofóbico e até xenófobo. É uma piadinha sobre cabelo de pessoas pretas ali, uma piadinha sobre mulher não saber dirigir aqui, outra piadinha sobre o homem afeminado mais adiante, é o jornalismo local que mascara abertamente o sotaque potiguar como se ele fosse defeito...

Eu levaria muito tempo e espaço para listar as coisas ridículas a que somos submetidos diariamente desde priscas eras e ainda assim ficaria muita coisa de fora. 

"Se faz mal, não pode continuar". Bastaria esse entendimento para que todo tipo de preconceito/intolerância acabasse. "Ah, mas antes não havia esse mimimi". Para quem não sabe, "mimimi" é o termo que se usa para a dor que não é sua e para a qual você não demonstra a menor empatia. Racistas nunca sentiram empatia pela dor da discriminação racial. Misóginos nunca sentiram empatia pela dor da discriminação de gênero. Homofóbicos nunca sentiram empatia pela dor da discriminação por orientação sexual. Xenófobos nunca sentiram empatia pela dor da discriminação pelas raízes culturais. Então havia sim mimimi. Só que em nome de aceitação social as pessoas massacradas se submetiam a esses abusos a custa de muito sofrimento interno. Faziam o cálculo de que ser vítima impotente era menos doloroso do que não ter aceitação alguma, ainda que isso lhe custasse a autoestima. 

Porém, sempre houve quem nunca se conformasse. Por que um ser humano é menor do que outro por ter nascido em determinada região, ter determinada cor de pele, pertencer a determinado gênero e/ou viver determinada sexualidade? Nunca fomos tantos os inconformados. E nunca tivemos tanta voz.

Aí o jogo virou. Hoje o "mimimi" é de quem se acostumou com um mundo em priscas eras. Por que não posso fazer piada com a mulher que deveria esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque? Por que não posso rir do cabelo "black power" das pessoas pretas? Por que não posso chamar alguém de viado, bolo fofo, girafa, palito de dente? Por que não posso rir do sotaque alheio?

Ontem, o BBB me enfiou um soco no estômago. Foi duríssimo de dormir após acompanhar o participante João apontar o sofrimento que passou com a piada feita pelo participante Rodolffo a respeito do seu cabelo black power e este simplesmente reforçar sua atitude racista como algo natural e que seria compartilhado com todos que ali estavam. Doeu demais. Para os critérios brasileiros, eu passo muito longe de ser preta, mas isso não me impede de perceber a dor do outro e me sentir mal com ela. A isso se chama empatia. E como ela dói.

O mundo segue seu caminho em busca de evolução. No Brasil, por exemplo, mulher já não é mais propriedade de homens. Gays podem legalmente viver seu amor da mesma forma que o padrão heterossexual, inclusive casando. Pessoas pretas ascendem a outros níveis dentro da sociedade. Descobre-se o valor do regionalismo em detrimento da imposição do padrão até então dominante na cultura nacional. Mas há quem se dedique a defender o direito de impor sofrimento aos outros. 

Pare de se importar com o cabelo, com as roupas e com os gostos dos outros. Pare de se importar com os sotaques e com a sexualidade alheia. A vida é curta para que racistas, misóginos, homofóbicos e xenófobos passem dias, horas, segundos cultivando ódio e impondo sofrimento aos outros e a si próprios (sim, o ódio é uma faca de dois gumes).

Permita o conhecimento. Contagie-se de amor. Cresça em sabedoria. Entenda a grandiosidade que é a diversidade. Como somos belos em nossas diferenças! Dê aos outros nada menos, nada mais do que você quer para você: respeito. Não dê a uma vida diferente da sua o peso de uma obsessão. Ninguém precisa ser infeliz para que a felicidade chegue para você. Muito pelo contrário. 

Estamos no Século XXI. Não perca seu tempo sendo reacionário. Ainda que a passos lentos, a evolução vem. Caudalosa ou de mansinho, ela vem. Assim é a vida. E não há mais como voltar a viver em priscas eras.

Manchetes do dia (6/4)

A manchete do bem: Moçambique anuncia retomada de cidade ocupada por grupo terrorista.

As outras: Meca só irá receber vacinados ou recuperados da Covid em peregrinação no Ramadã, Reino Unido reabre pubs, mas não confirma férias no exterior e Rússia concentra tropas perto da Ucrânia e gera alarme no Ocidente.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/6)

The headline for good: New York State is set to raise taxes on those earning over $1 million.

The others: Biden and Democrats detail plans to raise taxes on multinational firms, Global brands find it hard to untangle themselves from Xinjiang cotton, and 'The most unsafe workplace'? Parliament, Australian women say.

Good morning.

Source: The New York Times

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Manchetes do dia (5/4)

A manchete do bem: China doará 150 mil doses de vacina contra o coronavírus para El Salvador.

As outras: Na Polícia Federal não vai passar boiada, diz chefe da PF no Amazonas após crítica de Salles, Teor homofóbico em ataques a Doria e Leite provoca indignação e reações na Justiça e Decretos de flexibilização de armas tiveram tramitação expressa de 32 horas.

Bom dia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Today's headlines (4/5)

The headline for good: Biden effort to combat hunger marks 'a profound change'.

The others: Stanford wins N.C.A.A. women's basketball title for first time in 29 years, For New York City, glimmers of hope and signs of revival, and Performing arts make a cautious return in New York.

Good morning.

Source: The New York Times